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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Onde está a Kaaba??

Como podemos acreditar na Kaaba se o Alcorão não diz que Kaaba é uma caixa quadrada construída no deserto de Meca?. O Alcorão não diz a forma da "Kaaba" nem sequer diz onde foi construída.

Os ídolos Al Lat, Uzza, Manat costumavam ser colocados naquelas caixas quadradas, na Arábia Saudita. Cubos são símbolos do planeta Saturno e são usados para a adoração de Saturno. Se Kaaba está em Meca como é que o Alcorão diz: "Beca"?  E como pode Allah ter um "Bayt" (casa) se o Alcorão diz que "nada se assemelha a Allah". Estou curiosa. Alguém sabe? Tenho a sensação de que isso é composto pelo Reino Suadi de Satanás ...

"Mas aqueles que erigiram uma mesquita em prejuízo dos fiéis, para difundirem entre eles a maldade, a incredulidade e a discórdia, e apoiarem aqueles que anteriormente combateram Deus e Seu Mensageiro, juraram: Não pretendíamos com isso senão o bem. Porém, Deus é Testemunha de que são mentirosos." (9:107)

O Alcorão menciona tanto BEca e MEca como pode os dois serem o mesmo?
Ambos Meca e Beca são mencionadas no Alcorão Beca é mencionada mais vezes do que Meca. Meca só é mencionada uma vez.

Beca é mencionada como um lugar bom.. mas Meca é o lugar onde as pessoas tentaram lutar contra o profeta.

Aqui está Meca= "Ele foi Quem conteve as mãos deles, do mesmo modo como conteve as vossas mãos no centro de Meca, depois de vos ter feito prevalecer sobre eles; sabei que Deus bem vê tudo quanto fazeis." 48:24

Aqui está Beca= A primeira Casa (Sagrada), erigida para o Gênero humano, é a de Beca, onde reside a bênção servindo de orientação à humanidade. 3:96


(("Encerra sinais evidentes; lá está a Estância de Abraão, e quem quer que nela se refugie estará em segurança. A peregrinação à Casa é um dever para com Deus, por parte de todos os seres humanos, que estão em condições de empreendê-la; entretanto, quem se negar a isso saiba que Deus pode prescindir de toda a humanidade.")) 3:97



No livro de Dan Gibson: 'Quranic Geography' Gibson examina muitas questões geográficas do Alcorão. Na seção final de seu livro, ele vem para a cidade de Meca, que é mencionada apenas uma vez na sura 48. Comentaristas do Alcorão têm tradicionalmente ligado a localização de Beca ( ou ‘o lugar que chora muito’) na sura 3:96 com Meca. Somando a isso, há inúmeras referências no alcorão ao lugar sagrado, a kaaba, e a casa, termos que são universalmente associados a Meca hoje. No entanto, o próprio Alcorão não nos diz com todas as letras que a Kaaba está localizada em Meca. Assim, nesta seção, vamos ver em que medidas os documentos históricos apoiam está opinião generalizada.

Estudiosos muçulmanos não veem nenhuma razão para duvidar do que normalmente se acredita sobre a localização de Meca, mas nos últimos anos, alguns historiadores têm levantado dúvidas. Por exemplo, a Dra. Patrícia Crone em ‘Meccan Trade and the Rise of Islam’ notou que as descrições de Meca na literatura islâmica não coincidem com a localização presente de Meca. Dra. Crone, primeira autora de um livro com Michael Cook chamado ‘Hagarism: The Making of the Islamic World’, propôs uma teoria de que “o islam como representado por fontes contemporâneas, não muçulmanas, foi essencialmente uma tribal rebelião contra os impérios bizantinos e persas, com profundas raízes no judaísmo, e que árabes e judeus eram aliados nestas comunidades conquistadoras.” (Sean Gannon 2008-12-04, “The gospel truth?” The Jerusalem Post) Essa teoria recebeu muita atenção e, eventualmente, uma forte oposição, de tal forma que foram obscurecidos argumentos posteriores de Crone à cerca de Meca, que acabou perdendo para o público muçulmano em geral. Gibson descobriu que quando se discute o início da história islâmica com estudiosos muçulmanos, tão logo como mencionou Dra. Crone, a conversa se concentra imediatamente na teoria do "Hagarism", muitas vezes com comentários amargos e reações de raiva, e se tornou impossível para eles lidar com os pensamentos apresentados em suas obras posteriores.

No capítulo dezesseis de seu livro, Gibson levanta algumas das mesmas objeções que a Dra. Crone propões, mas ele tenta deixar claro que ele não se sustenta na teoria Hagarism que ela e Cook apresentaram anteriormente.

Por isso, nesta página, vamos examinar vários problemas que existem com a localização da cidade de Meca, e vamos explorar a possibilidade de que Meca tenha sido originalmente localizada em outro lugar, para depois se mudar para sua atual localização.

Descrições iniciais da Cidade Santa

Gibson se tornou consciente de que este é um problema quando se fala com devotos muçulmanos que tinham voltado do seu primeiro Hajj (peregrinação). Alguns manifestaram sua surpresa com a pequenez das montanhas de Meca, a distância que elas estavam da cidade, e que exprimiam uma vaga insatisfação com o lugar em geral. De alguma forma eles ficaram desapontados porque não era o que tinha imaginado, a partir da imagem que se formou em suas mentes ao lerem o Alcorão e os hadiths. Isso fez com que se perguntassem se tiveram expectativas erradas, se tinham interpretado mal as passagens, ou se as passagens tinham algo que não combinava com a localização. Na seção seguinte, vamos olhar para alguns dos conceitos que muitas pessoas passaram a ter ao lerem os primórdios da literatura islâmica, e observe como a localização atual de Meca não combina com essas descrições.

1. Descrita como "a mãe de todas as cidades"


Este é um termo que traz à mente uma cidade grande e impressionante ou uma cidade de grande antiguidade.

Eis aqui o Livro bendito que temos revelado, confirmante dos anteriores, para que admoestes, com ele, a Mãe das Cidades e todas as cidades circunvizinhas. Aqueles que creem na outra vida creem nele e observam as suas orações. 6:92

A mãe de todas as cidades (Umm al-Qura) ainda é usado para Meca. (Serageldin, I. Shluger, E. and Martin-Brown, J., 2001, pg 8) e os sábios muçulmanos tentam apontar que é digna desta descrição. Além disso, alguns cientistas modernos dizem que a cidade de Meca é o centro da terra em termos de gravidade.

Meca também cai na proporção do phi (a proporção áurea matemática) entre os polos norte e sul. Acima são teorias científicas que não são mencionadas nos scripts islâmicos. No entanto, o que é mencionado é que Meca é a mãe de todas as cidades.

Em 2002, Gibson teve a oportunidade de visitar a Segunda Conferência de Estudos Nabataean realizado em Petra, na Jordânia, organizado pela Universidade Al Hussein Bin Talal. Durante a conferência, ele teve a oportunidade de falar com vários líderes e arqueólogos jordanianos e sauditas. Ele lhes perguntou especificamente sobre os registros arqueológicos em e em torno de Meca. Embora não desejando ser citados ou nomeados publicamente, eles admitiram que os registros arqueológicos em Meca eram basicamente inexistentes antes de 900 AD. Gibson esperava vê-los defender a opinião de que a antiga Meca era uma cidade murada, com casas, jardins, prédios públicos e templos. Eles balançaram a cabeça e disseram: "Não havia nada parecido lá."

2. Descrita como o "centro da rota do comércio"


Existem inúmeras ocasiões em que as caravanas são mencionadas como indo e vindo da Cidade Santa, e de fato, o tio de Muhammad, Abu Talib, era um comerciante que enviava regularmente caravanas em missões comerciais. (Ishaq, página 79) Mais tarde, Muhammad casou-se com Khadija que também tinha caravanas de camelos. (Ishaq 119, página 82). Enquanto os muçulmanos insistem  que Meca foi o centro da rota comercial, historiadores modernos nos dão uma imagem diferente. Dra. Patricia Crone nos diz:
"Meca é um lugar estéril, e lugares estéreis não fazem paradas naturais, muito menos quando eles são encontrados a uma curta distância de famosos ambientes verdes. Por que as caravanas fariam uma descida íngreme para as terras áridas de Meca, quando poderiam ter parado em Taif?“  (Crone, 1987 page 6-7; Crone-Cook, 1977, página 22)

Além disso, Dra. Crone pergunta: "Que mercadoria estava disponível na Arábia que poderia ser transportada a tal distância, através de um ambiente tão inóspito, e ainda ser vendida com um lucro grande o suficiente para suportar o crescimento de uma cidade em um local periférico desprovido de recursos naturais? "(Crone, 1987, página 7)

Muçulmanos e alguns estudiosos ocidentais teriam imaginado que as caravanas carregavam incenso, especiarias e outros produtos exóticos, mas de acordo com uma pesquisa realizada pela Kister e Sprenger, a idade do incenso tinha acabado e os árabes agora estavam envolvidos em comércio de couro e vestuário; dificilmente esses itens poderiam ter fundado um império comercial de dimensões internacionais. (Kister 1965, página 116; Sprenger, 1869, página 94). Em seminários sobre a Arábia pré-islâmica, Gibson tem frequentemente traçado as diversas rotas de comércio em um mapa da Arábia. Então, ele pede ao público para indicar onde toda as rotas comerciais se cruzam. Isto, naturalmente, parece ser o "centro da rota do comércio." Inevitavelmente, todos respondem que elas se cruzam no norte da Arábia, não em Meca que não era nem mesmo um lugar de paragem nas rotas das caravanas.

3. Meca não está nos mapas antigos


Seria de esperar que uma grande cidade comerciante na Arábia estaria mencionada em mapas antigos. Tais mapas nunca reivindicaram mostrar aldeias e comunidades, mas certamente buscou colocar cidades importantes e famosas. Por mais surpreendente que possa parecer, não há um mapa antes de 900 dC que mesmo mencione Meca. Isso é (300) anos após a morte de Muhammad.

Ao longo dos anos, Gibson recolheu cópias de muitos mapas antigos da Arábia e tem diligentemente os traduzido e transcrito, mas nunca encontrou, nem sequer uma vez, Meca mencionada nesses mapas. Um exemplo frequentemente citado é o mapa de Ptolomeu da Arábia. Alguns dos locais são transcritos em um mapa no Qur'anic Geography. Meca nunca é mostrada, e, de fato, a menção de Meca não aparece em qualquer literatura antes de 740 AD (cerca de 122 anos depois da Hégira) quando ela aparece pela primeira vez no Continuatio Byzantia Arabica. (Consulte a página 267 Apêndice A, e a página 396 do Qur'anic Geography)

4. O vale de Meca


O Alcorão fala claramente de Meca estar em um vale, e como tendo um outro vale junto à Kaaba (possivelmente um leito).

Ele foi Quem conteve as mãos deles, do mesmo modo como conteve as vossas mãos no vale de Meca, depois de vos ter feito prevalecer sobre eles; sabei que Deus bem vê tudo quanto fazeis. 48:24

5. As montanhas de Meca não parecem muito certas

Mais tarde, a Cidade Santa é descrita como rodeada por montanhas, onde as pessoas pudiam olhar para baixo, para a cidade, e ver o elefante iemenita atacar a Kaaba. (Ibn Ishaq 939, página 25) Em outras palavras, as montanhas eram suficientemente perto de Meca e da Kaaba, que o povo de Meca conseguiu assistir das montanhas e ver detalhes do que estava acontecendo. Em Meca, o pequeno afloramento de rochas mais próxima fica a meio quilômetro de distância da kaaba, com um declive gradual para o topo. Não há fortificações registradas nesta montanha. O resto das montanhas são de três ou mais quilômetros de distância. Será que um elefante podeira ser visível a uma distância de 3 km? Quanto você realmente pode ver? Meca está situada a uma altitude de 277 metros acima do nível do mar, em largos leitos de rios secos do wadi Ibrahim, e vários de seus afluentes são curtos. Ela é cercada por montanhas baixas.

Enquanto as montanhas ao redor da verdadeira Meca são impressionantes, as fotos e os desenhos do livro de Gibson demonstram o quão longe as montanhas são do centro da cidade. O principal wadi (vale) encontra-se a cerca de 10 - 15 km de distância o que significa que não é Meca no atual wadi. Ao longo do ano este barranco é seco e flui somente durante as chuvas sazonais nas montanhas. Nos tempos antigos, não havia fluxo natural da água através da aldeia de Meca.

A entrada para a área é obtida através de cinco passagens largas nas montanhas circundantes. Estas passagens levam do nordeste para Jebal Mina & Jebal 'Arafat; do noroeste a uma estrada costeira de Medina; do oeste para Jeddah, na costa; e do sul para o Iêmen. As lacunas também têm definido a direção da expansão contemporânea da cidade.

Muitos peregrinos ficaram decepcionados com as duas montanhas chamadas Safa e Marwah. Elas são tão pequenas que hoje são totalmente fechadas dentro do complexo de edifícios da mesquita.

6. A original cidade santa teve argila e barro


Al Tabari relata a história (The History of Al-Tabari, Volume VI, 1079, pg 6) de como 'Abdallah, o pai de Muhammad, visitou uma mulher a quem ele tinha, além de Aminah bint Wahb ibn' Abd Manaf ibn Zuhrah. Ele estava trabalhando no solo e vestígios de terra ainda estavam sobre ele quando ele a convidou para se deitar. Ela o fazia esperar por causa disso. Ele saiu, fez suas abluções, lavou o barro que estava sobre ele, e foi para os aposentos de Aminah. E assim Muhammad foi concebido. RB Serjeant em seus comentários sobre a tradução de Alfred Guillaume da mesma história no Sirah (Boletim da Escola de Estudos Orientais e Africanos, xxi, 1958, paginas 1-14) é intrigante a discrepância como a palavra árabe usada aqui, que significa especificamente um terreno ou campo cultivado, e refere-se a argila e barro. Em seguida, ele observa que não havia terra cultivável perto de Meca. (Veja Ishaq, página 69) Mais uma vez, a antiga descrição não corresponde ao que os arqueólogos encontraram.

7. A Cidade Santa produziu grandes exércitos

Aparentemente, Meca não teve problemas em levantar um grande número de homens para trabalhar em grandes caravanas e marchar em seus exércitos. O gráfico a seguir é a informação recolhida da História de Al Tabari.

Fonte ......... Ano AH ..... Evento ....... tamanho do exército de Meca
Al Tabari VII, pg 13 Ano 1 Expedição ao Al Abwa 300 cavaleiros de Meca
Al Tabari VII, pg 15-16 Ano 2 Raid em Meca caravana 100 homens de Meca, 2.500 camelos na caravana.
Al Tabari VII, pg 33 Ano 2 batalha de Badr mil soldados de Meca
Al Tabari VII, pg 90 Ano 2 Expedição de al-Sawiq 200 soldados de Meca
Al Tabari VII, pg 98 Ano 3 Expedição a al-Qaradah, 20.000 dirhams capturados de uma caravana de Meca.
Al Tabari, VII, pg 110 Ano 3 Expedição para Uḥud 3000 soldados de Meca, 200 cavalarias
Al Tabari VIII, pg 13 Ano 5 Batalha de Trincheiras, tribos associadas, 10.000 soldados Quraysh

Quando se considera o número de soldados e camelos que os habitantes de Meca poderiam aumentar, apesar de suas perdas em batalhas ano após ano, seria de esperar que a Cidade Santa fosse uma grande cidade. No entanto, a evidência arqueológica aponta para Meca com sendo um lugar pequeno em um ambiente hostil. Como, então, poderia ter produzido tais exércitos?

8. Há escassas chuvas em Meca

Média de chuva em Meca é de 4,3 centímetros de chuva por ano (11 cm). Com suas altas temperaturas do deserto e condições estéreis, isto é ruim o suficiente para crescer qualquer tipo de vegetação, muito menos produzir alimentos suficientes para sustentar uma grande população.

9. Questões relativas a Abraham & Ishmael


Os judeus sempre foram grandes detentores e guardiões de seus documentos antigos. Seus registros traçam claramente em detalhes as viagens de Abraão, que é considerado o pai do povo judeu. Não há evidências de que essa história tenha sido algum dia contestada antes do Islã entrar em cena, por isso, não há razão para supor que o registro tenha sido intencionalmente falsificado. Por que então os registros bíblicos não incluem viagens de Abraão para a Arábia que são referenciados por estudiosos islâmicos? É certo que há períodos da vida de Abraão que documentos bíblicos não dão nenhum detalhe, mas se houvesse jornadas importantes empreendidas seria surpreendente se elas não fossem mencionadas. A Bíblia não reconhece nenhuma polêmica contra Ismael nos tempos antigos. Claro, pode-se argumentar que não é necessária qualquer prova. Se Deus revelou que Abraão foi a Meca, em seguida, ele fez isso, sem perguntas. Isso ainda nos deixa com a questão de saber por que é afirmado no Alcorão como se fosse um fato conhecido.

Lembrai-vos que estabelecemos a Casa, para o congresso e local de segurança para a humanidade: Adotai a Estância de Abraão por oratório. E estipulamos a Abraão e a Ismael, dizendo-lhes: "Purificai Minha Casa, para os circundantes (da kaaba), os retraídos, os que genuflectem e se prostram.
E quando Abraão implorou: Ó senhor meu, faze com que esta cidade seja de paz, e agracia com frutos os seus habitantes que creem em Deus e no Dia do Juízo Final! Deus respondeu: Quanto aos incrédulos dar-lhe-ei um desfrutar transitório e depois os condenarei ao tormento infernal. Que funesto destino!
E quando Abraão e Ismael levantaram os alicerces da Casa, exclamaram: Ó Senhor nosso, aceita-a de nós pois Tu és Oniouvinte, Sapientíssimo. 2:125,127

Dize: Deus diz a verdade. Segui, pois, a religião de Abraão, o monoteísta, que jamais se contou entre os idólatras.
A primeira Casa (Sagrada), erigida para o gênero humano, é a de (Beca), onde reside a bênção servindo de orientação à humanidade. 3:95,96

Se fontes islâmicas estão corretas em dizer que Abraão viajou para Meca, é surpreendente que não exista nenhuma referência a este evento na história bíblica. Isso teria exigido muitos meses de uma viagem. Se a Bíblia está correta, então é surpreendente que o Islã dê uma visão tão diferente. Existe uma possibilidade de que a divergência é mais estreita do que parece? É da crença de Gibson que se pudermos descobrir a localização original da cidade santa do Islã e da localização da primeira kaaba, que isso poderia também responder às questões e objeções que os historiadores têm levantado durante anos sobre a associação de Abraão com a Cidade Santa do Islã.

Conclusão


Então, o que aprendemos com isto? Embora não tenhamos apresentado nenhuma evidência conclusiva, temos tentado demonstrar que existem algumas discrepâncias entre as descrições antigas de Meca e o que a arqueologia e os historiadores aprenderam sobre a localização atual de Meca. Mantenha isso em mente.

Mantenha em mente também que nem mesmo nos livros históricos dos estudiosos Meca é realmente a atual Meca.

"Meca é um problema. De acordo com a tradição islâmica, ela era uma cidade pagã, sem traços de comunidades cristãs ou judaicas, e estava localizada num deserto. Maomé, vivendo ali, era analfabeto, porque não poderia ter aprendido a ler. Entretanto, no Corão há centenas de referências a profecias judaicas e cristãs. A Virgem Maria aparece no Corão mais que no Novo Testamento. Não só o profeta parece familiarizado com essas citações, como parece contar com uma audiência igualmente familiarizada com as tradições bíblicas – embora a tradição afirme que em Meca havia apenas pagãos. Algo ainda mais problemático é Meca ser mencionada uma única vez no Corão, de uma forma ambígua. Pode ser uma referência a um vale tanto como a uma vila. Não está claro. E nenhuma outra fonte do período menciona a cidade. De nenhuma forma. A primeira vez que o nome da cidade aparece é em 741. Quase um século depois da morte de Maomé. Mesmo assim, a cidade é localizada num deserto no interior do atual Iraque, não na Arábia. Não acho que Maomé seja originário de Meca. Ele provavelmente veio mais do norte. As evidências do Corão sugerem isso." texto completo Tom Holland: “A religião deve ser investigada”

Veja também o documentário Islã - A História não contada 





2 comentários:

  1. Assalamu Alaykum Wa Ramatulahi Wa Barakatuhu. Gostaria de saber mais sobre o suas pesquisas. cleitonjuniorm@gmail.com
    Att Cleiton Meireles

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    1. Que a paz e as bençãos de Deus estejam sobre você, toda minha pesquisa está aqui mesmo no Blog, pode ficar à vontade para ler, qualquer dúvida basta dizer. abxs

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