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terça-feira, 19 de maio de 2015

Bíblia = Hadith

Porém, quem estiver cego neste mundo estará cego no outro, e mais descaminhado ainda! 17:72

Eu tenho falado insistentemente ao longo dessa página que muitos ahadith são inspirados na bíblia e não no alcorão ...

 ... E como já disse muitas vezes também, não tenho NADA contra quem segue a bíblia, mas penso que se muitos muçulmanos abandonaram o cristianismo para serem muçulmanos -por não concordarem com muitas coisas lá- por que é então que continuam seguindo desse lado de cá as mesmas leis em forma de ahadith (contraditórios) É tipo assim, bem, eu vou sair do cristianismo mas o cristianismo nunca vai sair de mim, por isso mato minha saudade do passado, bem aqui, bem agora, através dos ahadith ... Veja MAIS UMA comparação das leis bíblia-hadith.

4 A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher.
5 Não se recusem um ao outro, exceto por mútuo consentimento e durante certo tempo, para se dedicarem à oração. Depois, unam-se de novo, para que Satanás não os tente por não terem domínio próprio. 1 Coríntios 7

Veja agora o que esse estudioso da Malásia diz: 

"O Profeta disse, mesmo quando eles estão andando na traseira do camelo, quando o marido pede a ela, ela deve dar.

"Portanto, não há tal coisa como o estupro no casamento. Isso é invenção dos povos europeus, por que devemos seguir?"

e continua 

"Uma vez que ela tenha se casado, e o dote tenha sido pago, ela não pode recusar, a menos que esteja em seu período", disse ele, "o Alcorão afirma claramente que é "haram", ou proibido ter relação sexual com uma mulher que está menstruada."

"Esse termo (estupro conjugal) não é preciso na prática do Islã, porque o estupro no Islã é definido como a relação sexual forçada fora do casamento",

"Isso significa que, se o marido não obtêm o consentimento, não pode ser considerado estupro, mas essa ação é considerada não educada (beradab) no Islã", disse ele, acrescentando que não seria considerado "haram", ou pecaminoso, mas seria "Makruh" ou desaprovado pelo Islã.

Mufti Tan Sri Harussani Zakaria

(É aprovado, bem, mas seria desaprovado??)
Isso não é nenhuma novidade, existem vários "estudiosos-imams" na net falando sobre a obrigatoriedade da mulher sobre o sexo.

A partir dos ahadith:

Al-Bukhari (3237) e muslim (1436) narraram que Abu Hurayrah (que Allah esteja satisfeito com ele) disse: O Mensageiro de Allah (que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre ele) disse: "Se um homem chama sua esposa para a cama e ela se recusa, e ele passa a noite com raiva dela, os anjos vão amaldiçoá-la até a manhã."

Talq bin Ali narrou que o Mensageiro de Deus disse:
"Quando um homem chama sua esposa para cumprir sua necessidade, então ela precisa vir, mesmo que ela esteja preparando a comida."
[Jami` at-Tirmidhi 1160]

Claro, alguns dirão que existem ahadith de misericórdia para com as esposas (como na bíblia também), mas isso apenas prova sua natureza contraditória, não estou certa?

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Mais pérolas

28 "Se um homem se encontrar com uma moça sem compromisso de casamento e a violentar, e eles forem descobertos,
29 ele pagará ao pai da moça cinquenta peças de prata e terá que casar-se com a moça, pois a violentou. Jamais poderá divorciar-se dela. Deuteronômio 22

Esta indignação é realmente codificada. O artigo 475 do código penal marroquino afirma que um estuprador pode ser exonerado de seu crime se ele se casar com sua vítima. No Marrocos, a violação é punível por cinco a dez anos de prisão, mas a sentença dobra para dez a vinte anos se a vítima for menor de idade. A lei foi concebida para proteger a honra da família, que é considerada manchada quando uma mulher perde a virgindade antes de se casar. Casar-se com um estuprador simultaneamente "restaura" a honra e exonera o estuprador de seu crime.

No mundo árabe, pelo menos, Argélia, Iraque, Síria, Tunísia, Líbano, Bahrein, Kuwait, Jordânia e os Territórios Ocupados da Palestina, à qual se aplica a lei jordaniana, (Nas sociedades muçulmanas conservadoras como a Jordânia, estupradores podem andar livre graças ao código penal do artigo 308, conhecida como a "A Lei do Estupro.") têm leis semelhantes também.

"Eu suspeito que todos os países árabes tem tal artigo em seu código penal," Lama Abu-Odeh, professora de direito comparado e estrangeiro na Lei Georgetown, disse à WMC's Women Under Siege. "A maioria dos códigos penais no mundo árabe foram copiados uns dos outros com pequenas variações", explicou ela.

Egito revogou uma lei em 1999 que permite que violadores andem livres se casarem com suas vítimas, e a Etiópia revogou uma lei semelhante recentemente, em 2005. De acordo com Samer Muscati, pesquisador dos direitos das mulheres da Human Rights Watch, a Líbia também dá seus juízes a discrição para facilitar o casamento entre estupradores e vítimas. Quando perguntamos se a revolução líbia mudou essa capacidade, Muscati disse que acredita que os juízes ainda podem exercê-lo, embora ele não tenha conhecimento de um caso, desde a revolução, em que foi utilizado esse critério judicial particular.

De fato, na Líbia e em outros lugares, práticas judiciais e habituais podem permitir estupradores a se casarem com suas vítimas, mesmo quando a letra da lei não o faz. Códigos legais por si só não indicam como predominante a prática realmente é. Agências de aplicação da lei podem pressionar as mulheres a se casarem com seus atacantes. Por exemplo, na Eritreia, de acordo com um relatório de 2011 do Departamento de Estado dos direitos humanos, as autoridades costumam responder com relatos de estupro, incentivando o estuprador a se casar com a vítima. E a pressão das autoridades podem percorrer um longo caminho.

No Afeganistão, o costume desempenha um grande papel. Isso foi evidente no caso de uma mulher chamada Gulnaz que engravidou depois que um homem a estuprou e depois foi presa por adultério. Seu caso, e o fato de que uma vítima pode ser presa pelo crime que ela teve de suportar, ganhou atenção internacional em dezembro de 2011, quando o presidente Hamid Karzai concordou em liberar Gulnaz. Embora a BBC informasse que a sua libertação não estava na condição de que ela se casaria com seu agressor, ela disse aos repórteres que ela poderia acabar se casando com ele de qualquer maneira, pressionada pela tradição. (As estatísticas do Ministério do Interior do Afeganistão indicam que o número de mulheres e meninas presas por "crimes morais" no Afeganistão havia subido para cerca de 600 em maio de 2013 de 400 em outubro de 2011 - um aumento de 50 por cento em um ano e meio. Desde outubro de 2011, houve um aumento de quase 30 por cento do total do número de mulheres e meninas presas nas prisões do Afeganistão e instalações de detenção juvenil.)

"Irmãs no Islã" (SIS), um grupo de reforma muçulmana da Malásia, fez um levantamento da situação das mulheres no mundo islâmico e estima que até 75% das mulheres no Paquistão, que estão na prisão, estão lá porque foram estupradas. A lei islâmica requer quatro testemunhas (testemunhas muçulmanas do sexo masculino) que viram o ato se estabelecer, por isso, a acusação de uma mulher pode ser auto-incriminatória se ela não tem essas testemunhas.

(Certas culturas historicamente têm promovido um sistema de honra, desonra e vergonha, que foi aplicado com especial rigor às mulheres. Uma vítima de estupro seria considerada desonrada na sociedade, o que implicava vergonha para o grupo familiar da mulher também. No início da Roma antiga, China antiga, e outras culturas, uma pressão existiu, o que levou as mulheres a cometerem suicídio depois de se tornarem vítimas de estupro. Da mesma forma, o suicídio de mulheres vítimas de estupro por motivos de vergonha também é historicamente documentado na cultura chinesa e japonesa.)


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Para aqueles que não estão convencidos de que os direitos de uma vítima de assalto sexual era uma prioridade baixa na Bíblia, e que "estupro legítimo" teve um nicho na lei bíblica, considere isto: Deuteronômio 21:11 autoriza soldados israelitas a forçar prisioneiras de guerra em casamento; Números 31:18 afirma que, depois que os israelitas abateram os midianitas adultos do sexo masculino e feminino que não fossem mais virgens, Moisés ordenou aos soldados a tomarem todas as meninas jovens, "Mas todas as meninas, que não conheceram homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós."; e Deuteronômio 22: 23-24 deixa claro que se um (noiva) virgem é estuprada em uma cidade e não grita por socorro, ela deveria ser apedrejada até a morte junto com o agressor.

Tradução de Sahih Muslim: Livro 008, Número 3371:

Abu Sirma disse a Abu Sa'id al Khadri: O Abu Sa'id, você ouviu o Mensageiro de Deus (que a paz esteja com ele) mencionando al-azl? Ele disse: Sim, e acrescentou: Nós saímos com o Mensageiro de Deus (que a paz esteja com ele) sobre a expedição ao Bi'l-Mustaliq e levamos cativas algumas excelentes mulheres árabes; e nós desejávamos elas, pois estávamos sofrendo com a ausência de nossas esposas, (mas ao mesmo tempo), desejávamos o resgate. Então decidimos ter relações sexuais mas observando 'azl (Retirando o órgão sexual masculino antes da emissão do sêmen para evitar a concepção). Mas nós dissemos: Estamos fazendo um ato enquanto que o Mensageiro de Deus está entre nós; por que não perguntamos a ele? Então pedimos ao Mensageiro de Deus (que a paz esteja com ele), e ele disse: Não importa se vocês fazem isso porque cada alma que está para nascer, até o Dia da Ressurreição, irá nascer.


Um comentário:

  1. Primeiramente, que a paz e benção de Deus (louvado seja) estejam conosco.

    Com relação aos versos bíblico, se faz necessário que coloque a bíblia, tradução e versão que utilizou.

    Se você for ver a bíblia - tradução: João Ferreira de Almeida, ela não dispõem de tal palavra, "VIOLENTADA".

    Segue:

    Deuteronômio - Cap. 22

    28. Se um homem achar uma moça virgem não desposada e, pegando nela, deitar-se com ela, e forem apanhados,
    29. o homem que se deitou com a moça dará ao pai dela cinquenta siclos de prata...

    Êxodo - Cap. 22

    16. se alguém seduzir uma virgem que não for desposada, e se deitar com ela, certamente pagará por ela o dote e terá por mulher

    A partilha das informações engrandece um grupo, encaminhando-os a um denominador comum.

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