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domingo, 31 de maio de 2015

Mesma História, Minha História.


Essa não é só a minha história, mas de tantos outros que procuram investigar e estudar por si mesmos, sem esperar nada entregue 'mastigado' nas mãos. 


Isso levanta muitas questões:

1- Os estudiosos têm sempre razão?
2- Eles têm respostas para tudo?
3- Você confia neles quando o que está em questão é sua salvação?
4- Por que você não pode fazer suas próprias pesquisas?
5- Por que você não pode questionar/duvidar deles?
6- Eles são intercessores entre Deus e nós?
7- Os estudiosos do passado estavam realmente certos, então, por que a maioria tem opiniões diversas?
8- Qual dessas opiniões é a verdadeira?
9- Por que os estudiosos são adorados como ídolos? (Pois são ouvidos, aplaudidos, seguidos, defendidos e nunca são levantadas qualquer dúvida sobre eles)
10- Por que existem tantos defensores?
11- Por que eles sempre ameaçam/excluem/fazem fofocas e tentam denegrir a imagem das pessoas que os questionam?
12- Por que as pessoas sentem tanta dificuldade em abrir o Alcorão e estudar?
13- Por que a interpretação deles (mesmo contraditórias) é a melhor interpretação?
14- Por que as mulheres estudiosas não são vistas ou conhecidas?
15- As estudiosas lutam contra a interpretação dos homens sobre o islã sem razão?
16- Por que a maioria não enxerga as inovações e barbarismo vindas das bocas dos estudiosos?
17- Você colocaria sua alma no inferno pelos ahadiths coletados por estudiosos do passado que você não conheceu, não sabia nada sobre a índole deles e nem se aquilo tudo saiu mesmo da boca do Profeta, só porque eles dizem que saiu?
18- Por que a maioria dos estudiosos estão sempre tão nervosos com quem os questiona?
19- É tão difícil pensar sem precisar receber tudo de mãos beijadas?

"Segui o que vos foi revelado por vosso Senhor e não sigais outros protetores em lugar d'Ele. Quão pouco meditais! " 7:3


"Meus professores são agora o meu pior pesadelo", diz um muçulmano de Perak acusado de blasfêmia.

KUALA LUMPUR, 29 de maio - Um muçulmano de Perak está agora lamentando ter procurado respostas sobre o Islã com professores religiosos, depois dele ser acusado de blasfêmia por supostamente ridicularizar os ahadith (ditos e feitos atribuídos ao Profeta Muhammad)


Em uma carta dirigida ao ex-primeiro-ministro, Dr Mahathir Mohamad, e depois vista pela Malay Mail Online, Wan Wan Ismail Sulaiman perguntou se era errado perguntar às autoridades religiosas sobre as origens da shahada, declaração da fé islâmica.


"Logo percebi que as autoridades religiosas não estavam muito felizes. Quando eu finalmente percebi que eles não gostavam das discussões, eu parei de me envolver com isso um ano depois", disse ele na carta datada de 15 de maio deste ano.


"Mas, para minha consternação, eles simplesmente não podiam me deixar ir. Eu sei que eu deveria ter parado antes. Veja, eu sempre os considerei como meus professores, mas agora [eles se tornaram] meu pior pesadelo", acrescentou.


Wan Sulaiman disse que ele havia levantado essa questão em 2014 para vários mestres religiosos, incluindo estudiosos do escritório do mufti em Ipoh, autoridades religiosas em Perak e até mesmo aos imams das mesquitas estaduais, mas não conseguiu obter respostas. Muitos destes clérigos, disse ele, estavam familiarizados com ele pois haviam se encontrado regularmente nos últimos 15 anos.


No entanto, o Departamento Religioso Islâmico em Perak mais tarde o chamou e tentou dissuadi-lo de fazer tais perguntas, disse Wan Sulaiman.


Então, em 21 de janeiro deste ano, os aplicadores religiosos estatais invadiram sua casa em Ipoh, confiscaram suas anotações pessoais, além de fazerem uma triagem em seu computador pessoal e celular.


("Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro." 2:256)


No mesmo dia, Wan Sulaiman foi acusado no Supremo Tribunal da Sharia em Ipoh nos termos do Artigo 15 da Promulgação Criminal da Sharia de Perak, por "zombar, ridicularizar e insultar os textos corânicos e ahadith".


Seu caso foi definido para ser ouvido em 21 de maio, mas foi adiado para 2 de Julho. Se for considerado culpado, Wan Sulaiman pode ser multado, em não mais do que RM5.000, preso por não mais de três anos, ou ambos.


Wan Sulaiman lamenta que as autoridades religiosas não consigam entender "a lógica simples e o bom senso" e recusam a ter discussões intelectuais com ele.


"É uma ofensa fazer perguntas, apresentar as nossas conclusões, compreensões, e ter uma discussão intelectual?", Perguntou Wan Sulaiman.


"Eu tenho feito tudo isso na minha própria capacidade pessoal e os estudos são meus."


Wan Sulaiman disse na carta que um estudante tem quatro opções quando ele se depara com um dilema:  ignorá-lo, perguntar seus amigos, ir direto ao professor, ou tentar resolver, antes de procurar o professor para obter um melhor entendimento.


"Qual  é a melhor coisa a se fazer, e o que um bom professor esperaria do seu aluno? Eu escolhi fazer o meu próprio estudo e pesquisa, e tentar resolver o problema por mim mesmo em primeiro lugar, antes de ir ver o meu professor.


"E eu acho que é exatamente o que eu tenho feito", disse ele.


Via Malay Mail Online













 "mal necessário" ?? O.o 

Um comentário:

  1. Compartilho da opinião de que a nossa fé no Criador deve ser incondicional. Quando o homem "põe o dedo", a situação fica complicada, se cada um de nós procurasse buscar veementemente nosso Deus (Alhamdu lillahi), tudo seria muito mais tranquilo. Este deve ser o objetivo do Islam, fazer com que cada um cultive esta relação sem parceiros e sem sócios. Cada um de nos responderá diretamente a ele.
    De nada adianta orar 5 vezes ao dia, jejuar e assim por diante, se queremos tudo mastigadinho e não temos fé e não praticamos o bem, seguindo tudo de forma robotizada.

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