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domingo, 10 de maio de 2015

Visão de Ibn Arabi sobre Mulheres como Imamas

Ibn Arabi (25 de julho de 1165 - 08 de novembro de 1240) foi um místico Sufi, filósofo, poeta, viajante e sábio hispano-muçulmano da al-Andalus. Ele é conhecido por alguns praticantes do sufismo como "o maior mestre" e também como um verdadeiro santo.

Ibn 'Arabi confere a Bilqis (Rainha de Sabá) o posto de faqiha. Quando ela se rendeu ao islã, ela não se tornou uma seguidora de Salomão, nem se submeteu à sua orientação. Em vez disso, ela permaneceu livre em sua crença, sem a necessidade de seguir um enviado ou um imam. Livre de intermediários, ela revelou que possuía crença direta em Deus, exatamente como os enviados, quando ela disse: "Eu me submeto como Salomão a Deus, Senhor dos universos", em contraste com o Faraó, que disse: "o Senhor de Moisés e Aarão".

Ao examinar a vida de Ibn 'Arabi, podemos dizer que ele é um homem de conhecimento e experiência, não um homem da teoria que fala sobre a mulher como um ser invisível/escondido. Isto significa que, quando ele descreveu sobre as aptidões das mulheres e reconheceu suas habilidades e sua igualdade com o homem, ele estava pensando naquelas mulheres que ele conhecia e não teorizou sobre a "questão da mulher". As declarações de Ibn 'Arabi sobre as mulheres são baseadas em uma ampla experiência de vida. Ele percebia as competências e aptidões das mulheres. No que diz respeito à igualdade entre os sexos, no domínio de sua competência em conhecimento, ele segurou a visão de que uma mulher pode ser imama, levando homens e mulheres em oração. Ele disse: "Há pessoas que permitem* as mulheres liderarem orações incondicionalmente, e eu concordo."

*NÃO precisamos de permissão pois, (a proibição não existe no Alcorão) o que precisamos é de mulheres com CORAGEM suficiente para enfrentar a tradição.


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