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sexta-feira, 19 de junho de 2015

MULHERES PROFETAS, oh yeah ;)

"E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo." Juízes 4:4

Na segunda metade do século 4/10, o jurista andaluz Abu Bakr Muhammad b. Mawhab al-Tujib al-Qabri (406/1015) (3) criou uma controvérsia ao afirmar que as mulheres poderiam receber e, de fato, receberam inspiração profética. Ele mencionou especificamente o caso de Maria, mãe de Jesus. 

Entre os que tiveram opiniões opostas, estava Abu Muhammad 'Abd Allah b. Ibrahim b. Muhammad b. 'Abd Allah b. Ja'far al-Asili (392/1001) (4), que considerou a doutrina da nubuwwah (profecia) de Maria errônea, dizendo que ela era apenas siddiqa de acordo com o Alcorão 5:75, e não um profeta. Este desacordo entre os estudiosos deu origem à discórdia (fitan) em Córdoba. 

A controvérsia que ocorreu na época não ficou limitada aos estudiosos, mas repercutiu também em círculos mais amplos da sociedade, porque al-Mansur b. Abi Amir, que era o governante de fato desde que ele controlava o Califado Omíada na época, decidiu pôr fim à disputa, expulsando de al-Andalus alguns dos estudiosos envolvidos, tanto a favor quanto contra a nubuwwah de Maria. 

Alguns anos depois, o famoso Ibn Hazm (456/1064) mencionou a polêmica que aconteceu durante sua juventude, afirmando que não tinha sido tão intensa em qualquer outra região do mundo islâmico como foi em al-Andalus. (5)

Ibn Hazm (7 de Novembro, 994-15 de agosto de 1064) nascido em Andaluz, hoje Córdoba, Espanha. Foi um erudito, literato, historiador, jurista e teólogo hispano-árabe. Foi um dos principais defensores da escola de pensamento islâmica zahiri. Ibn Hazm produziu cerca de 400 obras, das quais apenas 40 sobreviveram. Abrangendo uma variedade de tópicos, tais como jurisprudência islâmica, história, ética, religião comparada e teologia, bem como "O Anel da Pomba", sobre a arte do amor.

- Ibn Hazm se difere da maioria dos estudiosos porque ele acreditava que mulheres profetas realmente existiram. Ele escreveu claramente a favor disso. 


E são elas: 

Maria, 
Sara, 
Joquebede - a mãe de Moisés, 
e Ásia bint Muzahim - esposa do Faraó (Ela aceitou secretamente o monoteísmo depois de testemunhar um milagre de Moísés na corte do Marido. Ela morreu enquanto era torturada pela seu marido, que descobrira sua fé.) (12) 

E também (de acordo com a bíblia) Isabel, 
Débora (Débora foi reconhecida como profetisa, pois ela tinha o dom do Espírito de Deus (Jz 6:34; 11:29; 14:6). O livro de Juízes nos relata que Débora se assentava debaixo das “palmeiras de Débora”, entre Ramá e Betel, nas montanhas de Efraim, e ali os israelitas de diversas tribos procuravam-na em busca de uma solução para suas causas, ou seja, Débora era a responsável por arbitrar as disputas daquele povo (Jz 4:4).

Apesar de Débora ser considerada uma juíza comum, ou seja, de causa ordinária e não militar, ela ficou marcada por ser a pessoa que foi capaz de resolver o problema de fragmentação das tribos de Israel, reagrupando-as e chamando-as novamente à fidelidade a Deus.

Quando se viram oprimidos por Sísera, capitão do exército de Jabim, os israelitas apelaram para Débora. Ela então recorreu a Baraque, para que ele liderasse os israelitas contra Sísera, segundo a Palavra do Senhor. Porém, Baraque, insistentemente, disse que só iria para a batalha se Débora fosse com ele.

Diante dessa situação, Débora concordou em acompanhar Baraque, entretanto deixou claro que, devido ao modo covarde com que Baraque agiu, não seria dele a honra da vitória na batalha, pois Deus entregaria Sísera nas mãos de uma mulher (Jz 4:9).

O resultado da empreitada foi a esmagadora vitória do povo de Israel sobre Sísera, na batalha de Quisom (Jz 4:15; 5:19s). Por isso Débora é reconhecida como a pessoa que liderou a libertação do povo de Israel da opressão de Jabim, rei dos cananeus (Jz 5).

Débora era respeitada na época como uma “mãe em Israel” (Jz 5:7), e em Juízes 4:4 somos informados de que ela era a esposa de Lapidote. Até existe uma discussão entre comentadores judeus acerca da expressão “mulher de Lapidote”, isso porque Lapidote significa literalmente “tochas”, então alguns estudiosos entendem que tal expressão é, na verdade, uma descrição sobre Débora, e não uma referencia a seu marido. Entretanto, essa interpretação não é muito aceita por falta de provas que a fundamentem.) (11) 
Mirian, 
Hulda, 
e Ana

Ele define a missão profética como >>a aquisição de determinados conhecimentos, que não podem ser adquiridos através do esforço pessoal ou experiência humana. Esse conhecimento deve, então, vir por meio da revelação de Deus.<<

Estas quatro mulheres receberam tais conhecimentos.


Ele também Realizou uma intensa atividade política. Foi vizir do califa Abderramão V e, em conseqüência de intrigas palacianas, esteve na prisão por várias ocasiões, além de ter sofrido um breve desterro. 


Abandonou a atividade política para dedicar-se a seus estudos de teologia e direito. Exilou-se em diferentes taifas de al-Andalus após as crises do califado, exílio que o levou a recorrer a varias taifas: Sevilha, convidado de al-Mutadid ou a taifa de Maiorca. 

A célebre queima pública de seus livros em Sevilha inspirou-o a um conhecido poema que diz:

"Deixai prender fogo aos pergaminhos e papéis,

e mostrai vossa ciência para que se veja quem é, e o que sabe.
E, ainda que queimeis o papel
nunca queimareis o que contém,
posto que no meu interior o levo,
viaja sempre comigo quando cavalgo,
comigo dorme quando descanso,
e na minha tumba será enterrado logo"
— Ibn Hazm

Ele acreditava que na história existiram profetisas, mas reconheceu a existência de três grupos de pensamento sobre esta questão. (5) 

O primeiro grupo compreendia os que negavam a possibilidade de mulheres profetas, e que acusavam os outros, que estavam a favor, de hereges e inovadores. Este grupo baseou-se no Alcorão 12:109 e 16:43, para dizer que aqueles que receberam revelação de Deus (wahy) são referidos como "homens" (rijal) no Alcorão. (6) Este grupo afirma que todos esses versículos apontam para profetas homens e que exclui as mulheres. A resposta de Ibn Hazm a este grupo foi que, embora seja verdade, que Deus nunca tenha escolhido uma mulher como mensageiro, (rasul), um mensageiro e um Profeta são duas categorias diferentes. (7) (mas também afirma que existiram mensageiros que não foram citados, então, as mulheres podem estar entre esses nomes. "Antes de ti, havíamos enviado mensageiros; as histórias de alguns deles te temos relatado, e há aqueles dos quais nada te relatamos." Alcorão 40:78) 



O segundo grupo sustentou que houve profetas mulheres; Ibn Hazm estava entre essas pessoas. Ele diz que o dom da nubuwwah deriva da forma inba que significa informação. Portanto, quem é informado por Deus sobre o que acontecerá antes que aconteça, ou recebe uma revelação ou um comando Dele é um profeta. Isso se distingue da inspiração (ilham), que é um estado natural (tabi'a) e que acontece até com os animais, como descrito no Alcorão 16:68 em relação às abelhas. Ibn Hazm também estabelece uma diferença entre profecia e zann (suposição), tawahhum (ilusão), kahana (adivinhação) e astrologia. O que resta é wahy ou nubuwwah, isto é, uma intenção deliberada da parte de Deus de informar a uma determinada pessoa a Sua mensagem. Deus cria um conhecimento necessário da autenticidade da revelação recebida nessa pessoa. 

Existem duas maneiras diferentes de transmitir a revelação: por meio de anjos ou diretamente. Os casos em que a revelação aconteceu com as mulheres foram: 

- A esposa de Abraão a quem o nascimento de Isaque e Jacó foi anunciado por anjos (Alcorão 11:71-3)

- a mãe de Moisés, a quem Deus pediu para lançar o filho sobre as águas, e revelou-lhe que faria dele mensageiro e profeta (Alcorão 28:7,20:38). Se uma mãe não tivesse certeza da autenticidade dessa profecia, ela não teria lançado o filho sobre as águas. Foi, portanto, uma revelação semelhante à que Abraão recebeu em relação ao sacrifício de seu filho; 

- Maria a quem o anjo Gabriel anunciou o nascimento de Jesus (Alcorão 19:19). A objeção dela ser um profeta à luz do fato de que Maria é referida como siddiqa (Alcorão 5:75) não é válida, pois o mesmo termo é usado para José no Alcorão 12:46 e não há dúvida de que José é um profeta;

- a tradição segundo a qual Maria, filha de Imran (e mãe de Jesus), e Ásia, filha de Muzahim e esposa de Faraó, são perfeitas, indica que são profetas, uma vez que a perfeição é um privilégio exclusivo de certos anbiya (Anbiya é uma palavra direta do Alcorão que significa "profetas" -plural de Nabi, "profeta"). (8) 

O terceiro grupo incluía aqueles que não se comprometeram com nenhuma opinião específica sobre o assunto. 

Autores subsequentes deram atenção ao mesmo problema. A posição de Ibn Hazm foi adotada por outros Andalusi, como al-Qurtubi (671/1279) (Ele afirmou que profetisas existiram em seu livro Zaad-al-Maa'ad, e até mencionou o nome de algumas delas). (9), que, embora não fosse um Zahiri como Ibn Hazm, escreveu seu tafsir (Tafsir é o termo árabe para a prática da exegese do Alcorão) sob os Almóada (califado) cujas doutrinas eram, em alguns casos, próximas das do zahirismo. A mesma posição foi adotada pelo famoso sufi Muhyri 'I-Din Ibn al-Arabi (638/1240) que até teve a experiência de uma teofania (aparição ou revelação da divindade; manifestação de Deus) (tajalli) na forma de uma mulher. (10) (1) 

A profecia de Maria é discutida não só em conexão com o fato de que o anjo falou com ela, mas também no contexto da provisão de alimentos. (15) No Alcorão 19:26 e 3:37, é feita menção de providências milagrosas de alimento. Após sua retirada em um lugar distante, Maria experimenta dor e tristeza quando está em trabalho de parto perto do tronco de uma palmeira. Gabriel a chama para consolá-la e dizer-lhe que um rio aparecerá a seus pés juntamente com um tronco de palmeira, agora cheio de tâmaras frescas e maduras. A excelência de Maria 16 é expressada aqui através da graça do dom da comida. Nesta disposição (fa'ida) de tâmaras e água, algumas obras exegéticas vêem um elemento de eleição e prova de veracidade dada a Maria por Deus, que a fez levantar firmemente contra aqueles que duvidaram dela. (2) 

Fontes
(1) Writing The Feminine - Women in Arab sources - Editado por Manuela Marín e Randi Deguilhem páginas 184-185
(2) Writing The Feminine - Women in Arab sources - Editado por Manuela Marín e Randi Deguilhem página 186
Tradução
Tia Polly
(11) site Estilo Adoração

Referências
(3) Veja sua biografia em m. Fierro, La heterodoxia en al-Andalus durante el período omeya, Madrid, 1987, 168 
(4) Veja sua biografia em ibid, 162.
(5) Parte do material discutido aqui, já foi discutido em vários artigos anteriores, "The polemic about the Karamat al-awliya" e o crescimento do sufismo na Andaluzia (séculos 4/10-5/11) Bulletin of the School of Oriental and Africam Studies 55 (1992), 236-249. A primeira escola a dar importância ao trabalho de Ibn Hazm sobre a questão das mulheres como profetas foi a A. M. Turki em seu artigo "Femmes privilégiées et privilèges féminins dans le système théologique et juridique  d'Ibn Hazm", Studia Islamica 47 (1978), 25-82, para o qual o meu está em dívida. 
(7) Para definições da diferença, veja Y. Friedmann, Prophecy Continuous. Aspects of Ahmadi Religious Thought and its Medieval Background, Berkeley Los Angeles, Londres, 1989, 69: "Vários comentaristas definem um mensageiro (rasul) como uma pessoa a quem Deus revelou um livro e uma lei, um profeta (nabi), por outro lado, é uma pessoa que foi comandada por Deus para propagar uma lei trazida por alguém que o precedeu. Em teoria, essa distinção poderia ter permitido aos muçulmanos aceitar a possibilidade de que profetas (diferente de mensageiros) iriam aparecer após a morte de Muhammad: eles não só iriam manter sua lei, mas reafirmá-la. Parece, no entanto, que apenas os pensadores sufis aproveitaram essa oportunidade intrigante e extraíram essa conclusão da distinção clássica entre profecias legislativas e não legislativas ". Veja também ibid, 88. 
(8) Sobre a questão das mulheres mais excelentes, veja também D A Spellberg, Politics, Gender, and the Islamic Past: The Legacy of Aisha Bint Abi BAkr, Nova York, Columbia University Press, 1995, cujo capítulo 5 trata do debate em torno das mais excelentes mulheres na comunidade islâmica. Ela discute outras mulheres que desempenharam papéis significativos na história dos muçulmanos, nomeadamente Khadija, primeira esposa de Muhammad e Fatima, filha de Muhammad, bem como Maria, filha de Imran e mãe do Profeta Jesus e Asiya, esposa do Faraó. 
(9) Al-Jami, Cairo, 1936, IV, 83. 
(10) Chodkiewicz, "La sainteté feminine", 109, 111. 
(12) Stowasser, B.F. (1994). Women in the qur’an, traditions, and interpretation. Nova York: Oxford University Press. 57



Estátua de Ibn Hazm

7 comentários:

  1. Porque é que os rejeitadores de todos os hadithes (consequentemente os verídicos também) não assumem uma vez por todas que são kafrs?
    Parece que isso é como quem (procurando fingir a sua realidade) esconde-se atraz de uma agulha e fica "seguro" que já se occultou!!
    Não se rejeita todos hadithes sem que pelo menos rejeite-se algumas partes do Alcorão.
    Quem rejeita pelo menos um único versículo do Alcorão é kafr.
    Ó você que acreditam, se você tiver que conferir secretamente, você não conferirá cometer pecado, transgressão, e desobedecer o mensageiro
    Alcorão 58:9
    Ó você que acreditam, você obedecerá DEUS e obedece o mensageiro (não rejeitar o que ele ensinou). Caso contrário, todos seus trabalhos serão em vão (já que você é considerado como cafr). Alcorão 47:33
    Ora, a desobediência ao mensageiro está na rejeição dos hadithes (verídicos) integralmente.
    O AZAM EXISTE NO ALCORÃO?
    Então como é que você vai “...convocados, para a Oração da Sexta-feira...”?
    Alcorão 62:9

    Ahh SENHORA, que Deus tenha misericórdia de você e ele lhe facilite a alcançar os seus maiores desafios. Tenha coragem e veja-se póde aderir está verdade:
    NO ISLAM NÃO EXITE(M) PROFETA(S) FEMININO(S)
    Se realmente “Al-BUKHARI é igual a PAULO ” por suas “fabriçacões”, então você dizendo que no islam exitem “profeta(s) femen..” Está seguindo as PÈGADAS deles (atitude típica deles).
    O Alcorão e o «Nosso Nabi (s.a.w)» não reconhece a existência de profeta(s) mulher(s).
    Mas eu sei que existiram mulheres que tiveram uma categoria de profetas; que tiveram uma relação de intimidade com ALLAH exatamente como os profetas. Mas infelizmente o nosso Sapientíssimo e Prudentíssimo senhor (em cuja autoridade disso O pertence) não as chamou de profetas.
    Quando Allah disse <> estáva referir home(ns) e não mulheres <<>>> aparentemente Deus está nem aí aos ideias das “femenistas”.
    Ao contrário, Ele PODERIA criar Eva separadamente do Adão pelo barro também. Mais mulher “sai do homem (da costela) para o homem (como sua companheira).
    NÃO EXITE(M) PROFETA(S) FEMININO(S) NO ISLAM:
    Antes de ti não enviamos senão HOMENS, que inspiramos. Perguntai-o, pois, aos adeptos da Mensagem, se o ignorais! [Alcorão 16:43]

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    1. Segundo o Alcorão, Eva foi criada de natureza semelhante, não do homem.

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    2. Egídio, a paz. Os próprios coletores de ahadith foram rejeitores de ahadith. Eles rejeitaram mais de 90% do que foi coletado devido a grande fabricação de ahadith que ocorria na época. Livros de ahadith são apenas a visão de homens que viveram mais de 1000 anos atrás sobre o islã. Eram homens comuns, escrevendo livros assinados por eles, sobre a visão deles sobre o islã, em cima de boatos no estilo telefone sem fio.

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  2. Muito, mas muito, mas muitíssimo difícil é: conformar-se que alguem que não concorda e nem se convence da veracidade de pelo menos alguns hadithes (ainda congruentes com o ALCORÃO), creia que Possivelmente não haja ADULTERAÇÃO no ALCORÃO.
    “Segundo o Alcorão, Eva foi criada de natureza semelhante, não do homem”
    Deixa-me (através do ALCORÃO) lhe corrigir:
    → Alcorão (39:6)
    “Criou-vos de uma só pessoa; então, criou, da mesma (pessoa), a sua esposa, e vos criou oito espécies de gado...”
    →Alcorão (7:189)
    “Ele foi Quem vos criou de um só ser e, do mesmo (ser), plasmou a sua companheira, para que ele convivesse com ela e, quando se uniu a ela (Eva), injetou-lhe uma leve carga que nela...”
    Devia estar imaginando Adão dormindo e saindo uma corcunda (protuberância) na região da sua costela, que se desenvolveu crescendo até se separar de Adão, formando uma pessoa completa com uma postura perfeita.
    Em nada isso inferioriza a mulher, pois, essa corcunda como empate, é agrevidez da Maria; que se desenvolveu; ela nasceu um homem completo; como também as grávidas os quais nascemos em nada isso inferioriza o homem.
    Se realmente você cre em Allah e que o ALCORÃO é uma escritura divinamente revelada, Espero que esteja pedindo istigfar — ao contrário, por favor não abandone o islão (a "nossa" religião), com isso ele não inferioriza a mulher em nenhum momento → digo isso por que constatei que então seria uma das inimigas mais perrrrigosas do islam!!!

    Transversalmente, chegei até aqui por resultados ocosionas de pesquisas que eu estáva fazendo na google.

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    1. Eu não acredito nos livros de ahadith fabricados e assinados pelos estudiosos porque acredito no Alcorão. O Alcorão se diz um livro totalmente detalhado, explicado, onde nada foi ocultado, que têm respostas para tudo e que a mensagem chegou ao fim com o término do Alcorão. Deus nos alerta para o que é divinamente revelado para o que não é, ele diz que o que não é revelado têm muitas contradições, assim como os livros escritos por estudiosos. Livros de ahadith são livros escritos por estudiosos, o Alcorão foi divinamente revelado.


      "Nada omitimos no Livro" 6:38 Allah não deixou nada de fora para ser concluído (por homens)

      "Temos-te revelado, pois, o Livro, que é uma explanação de tudo" 16:89

      "Segui o que vos foi revelado por vosso Senhor e não sigais outros protetores em lugar d'Ele. Quão pouco meditais!" 7:3

      "Poderia eu anelar outros árbitro que não fosse Deus, quando foi Ele Quem vos revelou o Livro detalhado?" 6:114

      "Hoje, completei a religião para vós;" 5:3 fim, acabou, o nosso deen está completo.

      A mulher foi criada da mesma maneira que o homem foi criado, quem acredita que eva foi feita de adão são os cristãos:

      Yusuf Ali
      It is He Who created you from a single person, and made his mate of like nature, in order that he might dwell with her (in love). When they are united, she bears a light burden and carries it about (unnoticed). When she grows heavy, they both pray to Allah their Lord, (saying): "If Thou givest us a goodly child, we vow we shall (ever) be grateful."

      Shakir
      He it is Who created you from a single being, and of the same (kind) did He make his mate, that he might incline to her; so when he covers her she bears a light burden, then moves about with it; but when it grows heavy, they both call upon Allah, their Lord: If Thou givest us a good one, we shall certainly be of the grateful ones

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  3. Dona você até pode popar-me um pouco quando RESPONDE meus coments - entrei no islam agora, 6 anos atraz, fui um cristão - convertido com 14 an(2010)S ao islam.
    Eu me rendo e tiro chapéu, se realmente estas respostas (você uma mulher) são suas!
    Prendeu as minhas idéias, e trancou a minha boca.
    Mas bem. Entrei no islam agora, 6 anos atraz, fui um cristão - convertido com 14 an(2010)S no islam. O que eu vinha sabendo é:
    Em Gênesis, lemos que depois de criar Adão, Deus decidiu
    “criar alguém que o ajudasse” (Gen. 2:18).
    Deus então criou várias criaturas e as levou a Adão.
    `Mas Adão não achou alguém que o ajudasse’
    (Gen. 2:19-20).

    Então Deus criou Eva da costela do Adão.
    0bviamente, isto indica que se Adão tivesse achado uma das outras criaturas como alguém que pudesse ajudá-lo, Deus não teria criado Eva. Eva, portanto, não tem valor nenhum no plano de Deus. Ela foi criada para ser ajudante de Adão, logo a sua companheira - exatamente como estes versículos do ALCORÃO pareciam-me crer dizer.
    E mais tarde, Paulo inteligivemente recordou que, o homem não foi criado para a mulher, mas que a mulher foi criada para o homem.
    (1 Cor. 11:9).

    Tudo isso nuca me pareceu contradizer o ALCORÃO.

    As dúvidas que agora tenho são:

    →Se a mulher não foi criada da costela (do homem), foi criada do quê?

    →A bíblia está erada? (Deus errar?)

    →O ALCORÃO (Samir) foi mal interpretado (logo ADULTERAÇÃO) ?


    É penas que você (ainda por motivos lóvicos) não acredita nos hadithes

    Narrated Abu Huraira:
    O Apóstolo de Alá disse:
    "Trate bem as mulheres,

    )) pois uma mulher é criada a partir de uma costela,((

    e a parte mais curvada da costela é sua parte superior, então, se você Deve tentar endireitá-lo, ele vai quebrar, mas se você deixá-lo como está, ele permanecerá torto.

    Então, tratar as mulheres muito bem."


    Em Al-Bukhari Volume 4, Book 55, Number 548 vesão inglesa.

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  4. Não entendo o que vocês seguem, acreditam que a sunnah, que possui a história do Alcorão, foi invenção dos muçulmanos, mas acreditam que as mesmas pessoas que que inventaram coisas em nome do profeta não colocaram nenhuma palavra sua no Alcorão. Como é que tens a certeza de que o profeta Muhammad não é personagem fictícia se a história do Alcorão está nos hadiths? Como é que tens a certeza de que o Alcorão está na forma em que foi revelado sem conhecer a sua história?

    O Alcorão deixa claro que o profeta fora de recitar os versículos, também os ensinou, esses ensinamentos encontram-se na sunnah:

    "Assim também escolhemos, dentre vós, um Mensageiro vindo de vós que vos recita Nossos versículos, que vos purifica, E VOS ENSINA O LIVRO e a sabedoria, bem como tudo quanto ignorais." [Alcorão 2:151]

    O profeta não se limitava apenas em recitar os versículos aos seus companheiro, também os ensinou, por exemplo os procedimentos da oração, o haj etc.

    São duas coisas distintas, recitar e ENSINAR. Portanto, o que profeta ensinou do Alcorão é a sunnah.

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