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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Filmes Que Toda Mulher Deveria Assistir



Em grande maioria dirigidos por mulheres (e muitos baseados em fatos reais), para mulheres e toda a família, esses documentários e filmes contam tudo sobre a força, luta, desafios, e preconceitos/agressões que mulheres precisam enfrentar pelo mundo. Sinta-se livre para acrescentar mais alguns à lista. 

Dirigido por uma mulher (Tanaz Eshaghian) é um filme documentário de 2011 que seleciona casos de detentas de uma prisão para mulheres, Badam Bagh, em Cabul, no Afeganistão, onde 50% das encarceradas são presas por "crimes morais", tais como o adultério, sexo antes do casamento e por fugirem de casa. "Se elas fossem boas mulheres, não estariam aqui", diz um agente penitenciário no início do filme. O doc. conta a história de Kareema, 20 e grávida, Aleema, 23, fugiu de sua família violenta e buscou refúgio com Zia Jaan, outra mulher e Sabereh, 18, que foi acusada de ter tido sexo anal com um vizinho. 


Quando eu era pequena eu dizia que não queria ser mulher. Por que é tão doloroso e tão triste?”, afirma Waris Dirie nas sequências finais do filme “Flor do deserto”. Com apenas cinco anos, ela foi submetida à mutilação genital feminina. E é exatamente essa história de dor, de tristeza, mas também de superação que sustenta a narrativa desse filme. Conta Ceiça Ferreira. 


A mesma empresa que produz armamentos é a mesma responsável pelas sementes GM e os químicos (fertilizantes) que causam câncer, e são os mesmos fabricantes dos medicamentos para tratamento do câncer (e o mesmo que toma as terras de indianos endividados e outros) nos últimos 16 anos foram 250.000 mil suicídios de fazendeiros indianos, uma morte a cada 30 minutos o maior recorde da historia e tudo ligado a moda e aquelas roupas baratinhas que adoramos comprar. Disponível na netflix.


Dirigido por uma mulher (Sini Anderson) O filme conta a história de Hanna, como quando esta começou seus estudos e iniciou seu interesse por se manifestar artisticamente, sejam em eventos culturais em sua escola, bem como em montar uma banda com suas colegas. O Bikini Kill foi uma das primeiras bandas do movimento riot grrrl, movimento dos anos 90 que reunia bandas formadas por mulheres (em sua maioria) e que cantavam em suas letras a luta pelos direitos das mulheres e os ideais feministas.


Escrito e dirigido por Kirby Dick e produzido por uma mulher (Amy Ziering), foi apresentado originalmente no Festival Sundance de Cinema em 23 de janeiro de 2015. O documentário fala sobre agressão sexual em escolas dos Estados Unidos e o total descaso das faculdades e justiça sobre os casos.


É um documentário dirigido e produzido por duas mulheres (Gini Reticker e Abigail Disney.) O filme estreou no Tribeca Film Festival 2008, onde ganhou o prêmio de Melhor Documentário. O filme documenta um movimento pela paz chamado Women of Liberia Mass Action for Peace. Organizado pela assistente social Leymah Gbowee, o movimento começou com suas participantes orando e cantando em um mercado de peixes. Leymah Gbowee uniu mulheres muçulmanas e cristãs de Monrovia, Libéria para rezar pela paz e para organizar protestos não-violentos. Vestidas de branco para simbolizar a paz, as mulheres tornaram-se uma força política contra a violência e contra seu governo. Emocionante!


Dirigido por uma mulher (Zana Briski) O filme registra a fotografa Zana Briski que acompanhou de perto a história de oito crianças filhos e filhas de prostitutas do bairro da Luz Vermelha, em Calcutá, na índia. Dividido em dois momentos. No primeiro, o longa foca na pobreza e na violência que as crianças sofrem em casa ao encarar a triste realidade das mulheres de suas famílias, que são obrigadas a se prostituir para dar uma vida melhor para seus filhos. Em um segundo momento, as crianças munidas com uma câmera fotográfica se enchem de esperanças ao retratar tudo que chamar atenção, onde vão descobrindo uma nova perspectiva de vida e uma nova forma de expressão.


Dirigido por uma mulher (Diana Whitten) “Tudo começou quando eu estava trabalhando no Greenpeace como médica à bordo de navios em países onde o aborto era ilegal. Eu via várias mulheres trazidas com hemorragia ou em choque por conta de abortos ilegais. Me dei conta que havia uma ligação entre a lei e o fato de que as mulheres estavam morrendo." horrorizada com as realidades criadas pela lei anti-aborto em todo o mundo, se sentiu compelida a desafiar essa realidade. Seu método: proporcionar abortos em um navio em águas internacionais. Seu projeto, Women on Waves, começa como um espetáculo falho, com frenesi na mídia, confrontada com bloqueios governamentais, religiosos e militares.


O filme India’s Daughter (Filha da Índia), da cineasta britânica Leslee Udwin, que acabou sendo proibido no país, conta a dramática história da estudante Jyoti Singh, que morreu, em dezembro de 2012, aos 23 anos de idade, depois de ser estuprada e torturada com uma barra de ferro por seis homens. O crime aconteceu dentro de um ônibus em Nova Déli, capital da Índia, quando ela voltava do cinema. O ataque, extremamente violento, gerou na época uma onda de protestos na Índia e em países vizinhos, levando a um profundo e importante debate sobre a discriminação e a violência sofridas pelas indianas.


Um filme de Tarantino 1995. Jackie Brown (Pam Grier) é aeromoça de uma pequena linha aérea mexicana. Apesar do baixo salário, o emprego possibilita que ela contrabandeie dinheiro do México para os Estados Unidos, a mando de Ordell Robbie (Samuel L. Jackson), um traficante de armas que está na mira do Bureau de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos — a ATF.


É um filme francês de animação de 2007, baseado no romance gráfico autobiográfico homônimo de Marjane Satrapi. O filme foi escrito e dirigido por Marjane Ebihamis, (romancista gráfica, ilustradora e escritora infanto-juvenil franco-iraniana). Sua trama começa pouco antes da Revolução Iraniana, quando Marjane atinge a adolescência, e acaba quando ela é uma expatriada de 22 anos. O título é uma referência à cidade histórica de Persépolis.


Com produção da Netflix, o filme dirigido por Liz Garbus foi exibido na abertura do Festival de Sundance, no Festival de Berlim e brasileiro e conta a história da cantora Nina Simone, "É Tudo Verdade, Nina nunca deixou de ser relevante pois seu ativismo era direto ao ponto, único e forte, pregado com muita paixão”, disse a diretora em entrevista ao The New York Times. Para ela, o contexto político pouco mudou desde então, o que faz com a voz de Simone ainda reverbere com muita convicção entre as novas gerações.


Dirigido pelo fotojornalista David Belluz e feito com a ajuda do Corpo Médico Internacional e uma ONG local, "Dark Flowers"  conta histórias de auto-imolação no Afeganistão e apresenta os contos de mulheres afegãs de todo o país que sofreram tais abusos horrendos. Os produtores do filme dizem que mais de 100 mulheres no Afeganistão tentam o suicídio a cada ano, geralmente após sofrerem anos de abuso físico e mental nas mãos de seus maridos e sogros.


Dirigido por uma mulher (Shirin Neshat) O filme retrata a vida de quatro mulheres que vivem em Teerã, em 1953, durante o golpe apoiado pelos americanos que retornaram o Xá do Irã ao poder. O filme foi chamado de "visualmente transfixante" pelo revisor do The New York Times Stephen Holden , que acrescentou, "o filme supera The White Ribbon do mesmo Michael Haneke na beleza feroz e precisão de sua cinematografia (por Martin Gschlacht)." Duas das imagens recorrentes do filme são de uma longa estrada de terra que se estende até o horizonte em que as personagens estão a pé, e em um rio que sugere, "uma corrente profunda de resiliência feminina abaixo de um exterior impassível."


Em uma pequena vila holandesa, uma matriarca relembra momentos marcantes de sua vida e os curiosos personagens com quem conviveu. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, a independente Antonia (Willeke van Ammelrooy) voltou à cidade natal acompanhada da filha. Assim teve início uma saga familiar que atravessou gerações.


Dirigido por uma mulher (Julie Taymor) O roteiro é baseado no livro de Hayden Herrera, e retrata a vida da pintora mexicana Frida Kahlo


Cinebiografia da cantora Edith Piaf que maravilhou plateias em todo mundo. Narrada de forma não linear, o filme mostra os principais fatos da carreira de Piaf desde o abandono de seus pais, sua infância em um prostíbulo, as confusões com a polícia na juventude e a ascensão para o estrelato.


Em um pequeno vilarejo, situado entre o Norte da África e o Oriente Médio, as tradições islâmicas são seguidas a risca. Entre elas, a existência da mulher como procriadora é regra básica, mas existe uma que faz com que elas sejam as responsáveis por buscar água em um local distante e de difícil acesso, restando para os homens a tarefa de matar o tempo bebendo e falando da vida. Certo dia, Leila (Leila Bekthi), uma das mais jovens e alfabetizadas do grupo, resolve que a melhor maneira de mudar esse cenário, fazendo com que os homens assumam esta tarefa, é cortar o que eles mais gostam: o sexo. A polêmica decisão do grupo acaba interferindo nas relações entre os habitantes e provocando uma verdadeira revolução cultural no povoado e mudando para sempre as suas vidas.


Filme baseado na vida da cantora Amy Winehouse 


O documentário contém animações originais (e bastante divertidas), imagens antigas, e muitas entrevistas em mesquitas e comunidades. O papel da mulher muçulmana dentro da mesquita é algo que surgiu para debate. O Islã é a religião que mais cresce no mundo. Na América do Norte, as mulheres estão se convertendo em números muito maiores do que os homens. Elas são atraídas pelos ensinamentos de igualdade no Alcorão, no entanto, muitas mesquitas forçam as mulheres a rezarem atrás de barreiras, separadas dos homens, e algumas nem sequer permitem as mulheres lá. Este documentário explora ambos os lados da história e tenta mapear e prever as direções dentro da sociedade norte-americana muçulmana, onde a mulher muçulmana está afirmando a sua identidade com o Islã.


É um filme biográfico de 2000 dirigido por Steven Soderbergh e escrito por Susannah Grant. O filme é uma dramatização da história real de Erin Brockovich, interpretada por Julia Roberts, que lutou contra a empresa de energia Pacific Gas and Electric Company (PG&E). Ainda vou fazer um gif da parte que ela fala para o namorado que não vai abandonar o emprego, sensacional!



A Girl Walks Home Alone at Night, é um filme americano de 2014 dirigido por Ana Lily Amirpour. Anunciado como "O primeiro Western de vampiros iraniano", foi escolhido para ser exibido no programa "Next" no Festival Sundance de Cinema 2014. O filme se ambienta na cidade fantasma iraniana "Bad City" e descreve os feitos de uma vampira solitária. fonte wiki. Achei bem diferentão.

O filme conta as histórias de nove meninas extraordinárias que vivem em países pobres (Camboja, Nepal, Índia, Egito, Peru, Haiti, Serra Leoa, Etiópia e Afeganistão ) e enfrentam implacáveis circunstâncias para conseguir acesso à educação.  Duas dessas histórias são de crianças, beneficiadas por projetos da Visão Mundial: Ruksana (Índia) e Azmera (Etiópia). Dirigido pelo indicado ao Oscar, Richard E. Robbins, o filme é produzido pela aclamada produtora Martha Adams e narrado por atrizes renomadas, como:  Meryl Streep, Anne Hathaway, Kerry Washington, e Selena Gomez. 


Dirigido por uma mulher (Jennifer Siebel Newsom) O documentário nos conta que a mídia está vendendo a ideia de que o valor das meninas e das mulheres encontra-se somente em sua juventude, beleza e sexualidade, e os meninos aprendem que o seu sucesso está ligado ao domínio, poder e agressão. Devemos valorizar as pessoas como seres humanos completos, e não estereótipos de gênero. 


 (diz-se “Ágora”), do diretor Alejandro Amenábar, que recebeu o título de “Alexandria” no Brasil. Original de 2009, o filme não chegou a passar nos cinemas brasileiros, sendo seu lançamento em DVD/Blu-Ray e sua estréia oficial nacional, com quase dois anos de atraso. Passando-se em Alexandria, inicialmente no ano 391 d.C., o filme tem como personagem central a filósofa, matemática e astrônoma Hipátia (ou Hipácia). Filha de Theon (ou Teão), último diretor conhecido da Biblioteca de Alexandria, Hipátia teve uma atuação destacada em sua área, figurando em domínios considerados masculinos e trabalhando como professora. Passou para a História como tendo sido uma mulher muito bonita e o filme segue essa ideia, estrelando a bela atriz Rachel Weisz no seu papel. Apesar de despertar paixões em alguns de seus alunos, Hipátia recusava qualquer proposta de casamento ou de envolvimento amoroso. Sua energia parecia ser toda voltada aos seus estudos e questões matemáticas e astronômicas, embora a realidade religiosa e social de sua época tenha atravessado em seu caminho. Uma de suas frases é capa desse blog. 


Em um futuro não tão distante, quando um experimento para impedir o aquecimento global simplesmente falha, uma nova era do gelo varre o planeta. Tudo o que sobrou foi uma imensa vastidão de neve e guerra – e os únicos sobreviventes da Terra estão a bordo de uma imensa máquina chamada Snowpiercer. Trata-se de um trem em movimento perpétuo ao redor do planeta. Lá dentro, os mais pobres vivem em condições patéticas, sofrendo com o frio e a fome, enquanto a classe rica, em meio ao luxo, é repleta de pessoas que se comportam como reis. Isso até um dia em que um dos miseráveis resolve mudar o status quo, descobrindo todos os segredos deste intrincado maquinário.



No mundo de In Time, o tempo virou moeda. As pessoas param de envelhecer aos 25 anos. Os ricos conseguem "ganhar" décadas de uma só vez, podendo até se tornar imortais. Os outros têm de pedir esmolas, pegar emprestado ou roubar mais horas para chegarem vivos até o final do dia. Ao ser falsamente acusado de ter roubado todo o "tempo" de um homem, o que teria provocado sua morte, Will Salas, morador da periferia, terá de provar a sua inocência e descobrir uma maneira de destruir o sistema.


"A cena de abertura deste drama franco-turco é deslumbrante: cinco irmãs saem da escola e brincam de luta no mar, apoiadas sobre os pescoços dos garotos. A câmera desliza de um rosto ao outro, passeia pelo meio do jogo como se o espectador estivesse ali, mergulhado na água. Existe uma sensação agradável de liberdade e inconsequência. Ironicamente, este ato ingênuo sela o destino das personagens: devido à religião muçulmana conservadora, a interação com os garotos é considerada um escândalo digno de uma orgia entre adolescentes ao ar livre. Logo, elas precisam ser punidas..." (fonte: Adoro Cinema)


"(Pouco mais será necessário para justificar a importância de Muito Amadas, o mais recente filme do realizador franco-marroquino Nabil Ayouch, que o que aconteceu à sua protagonista no início deste mês. Depois das primeiras imagens e informações sobre o filme terem imediatamente despoletado controvérsia em Marrocos, a atriz Loubna Abidar foi atacada por um grupo de homens que a espancaram. Quando tentou fazer queixa à polícia, riram-se dos seus pedidos, e quando tentou obter tratamento num hospital, este foi-lhe recusado. Após estes acontecimentos a atriz acabou por ter de fugir para França.)

A controvérsia que causou tão violenta reação devém do conteúdo aparentemente incendiário do filme de Ayouch, que retrata a vida de um grupo de prostitutas em Marraquexe. Num país de ideias conservadoras e em que cerca de 99% da população é muçulmana, Muito Amadas foi considerado como um grave insulto aos valores morais do país e às mulheres marroquinas em geral. O que tais controvérsias não refletem é o carácter fortemente humanista do filme ou o modo como Ayouch e o seu elenco, maioritariamente composto por atrizes não-profissionais, criaram um retrato intimista que funciona como um acídico ataque às hipocrisias da sociedade patriarcal marroquina.

Durante o dia, quando a vemos visitar a sua família, Noha (Loubna Abidar) veste-se em trajes modestos e cobre a cabeça, como seria de esperar de uma mulher islâmica no seu país. Estas roupas não escondem, no entanto, a sua beleza, mas o seu olhar é sempre cabisbaixo, como que atemorizado e respeitoso face a uma família que sente vergonha do seu ofício apesar de aproveitar do dinheiro que daí provém.  À noite Noha é como que metamorfoseada numa criatura diferente. A sua face é fortemente maquilhada, o corpo é coberto de diminutas vestes cheias de lantejoulas e a sua expressão não carrega qualquer modéstia, sendo ela a grande diva por entre as prostitutas que vamos observando ao longo de Muito Amadas. A sua beleza é por ela mesma explorada, sendo o seu derradeiro recurso econômico o seu corpo." (Magazine HD)

La belle verte é um filme francês de 1996, escrito e dirigido por uma mulher Coline Serreau, que também é a personagem central. Sinopse: Existe um planeta em que seus habitantes evoluíram a tal ponto que vivem em perfeita harmonia com a natureza. De tempos em tempos, alguns deles fazem excursões a outros planetas, seja para observá-los ou mesmo ajudá-los em seu processo evolutivo. Curiosamente, há 200 anos que ninguém quer vir para o planeta Terra. Até que um dia, por razões pessoais, uma mulher decide se voluntariar. Ela aterriza em Paris. O filme aborda de maneira humorada temas variados como a fábula filosófica, a espiritualidade ativista, a sustentabilidade, o anticonformismo, a ecologia, o feminismo, o humanismo, o pacifismo entre outros. Inspirador e divertido. (De todos pra mim foi o melhor)

O filme narra os acontecimentos reais da vida de Gertrude Bell, uma exploradora britânica, viajante, arqueóloga e diretora política. Lindo, maravilhoso, muito melhor que Lawrence da Arábia.

John Nada (Roddy Piper) é um trabalhador braçal que chega a Los Angeles e encontra trabalho num edifício em construção. Durante uma inusitada operação repressiva, a polícia destrói um quarteirão inteiro do bairro miserável em que vive. Na confusão Nada encontra óculos escuros aparentemente comuns, porém ao usá-los consegue enxergar horrendas criaturas alienígenas disfarçadas de seres humanos, bem como as mensagens subliminares que elas transmitem através da mídia em geral. Nada percebe que os invasores já estão controlando o planeta e, juntamente com seu companheiro de trabalho Frank (Keith David), decide se engajar no movimento de resistência, que é perseguido como subversivo pela polícia. Fodástico.

Depois da guerra atômica, o mundo foi dividido em três estados e Londres é a capital da Oceania, dominada por um partido que tem total controle sobre todos os cidadãos. Winston Smith é um humilde funcionário do partido e comete o atrevimento de se apaixonar por Julia, numa sociedade totalitária onde as emoções são consideradas ilegais. Eles tentam escapar dos olhos e dos ouvidos do Grande Irmão, sabendo das dificuldades que teriam que enfrentar. Fodástico 2. "big brother is watching you"

"Cairo 678 é um filme-denúncia. O que se denuncia, no caso, é o assédio sexual contra as mulheres no Egito pré-revolução popular (o filme data de 2010). Do assédio verbal ao estupro, o filme insiste que esta prática não só é comum, mas também tolerada pelas autoridades locais e pela moral muçulmana. Para ilustrar este problema, o roteiro escolhe três heroínas, de classes sociais e idades diferentes, todas assediadas frequentemente. Pior do que isso, elas são condenadas ao silêncio, porque o assédio é uma desonra não ao agressor, mas à própria mulher e, por extensão, a toda a sua família."  Adoro Cinema

She’s Beautiful When She’s Angry ("Ela fica linda quando está com raiva", em tradução livre) é um documentário de 2014 que resgata a história do movimento feminista dos Estados Unidos nas décadas de 1960 e 1970.

Dirigido por Mary Dore e estrelado por figuras fundamentais da construção da episteme feminista moderna, como Kate Millet - autora do clássico Política Sexual - e Eleanor Holmes Norton, primeira mulher a presidir o Comitê de Igualdade de Oportunidades de Emprego nos EUA, o filme está atualmente disponível na Netflix.

O Apedrejamento de Soraya M.. Filme baseado em uma história verdadeira e adaptado do livro do jornalista iraniano Freidoune Sahebjam. Em uma remota aldeia iraniana, um jornalista é abordado por Zahra, que conta para ele as circunstâncias da morte sangrenta de sua sobrinha, Soroya, falsamente acusada de adultério. Sua história expõe o poder obscuro das regras e leis iranianas, bem como a falta de direitos para as mulheres. Sua única esperança de justiça está nas mãos do jornalista, que deve comunicar tal violência ao mundo.

Tudo que Lola quiser. Lola vive em Nova Iorque, onde trabalha no correio. Ela sonha em se tornar dançarina. Seu amigo Youssouf lhe fará descobrir a história de Ismahan, a lendária dançarina egípcia. A partir de então o projeto de vida de Lola é tornar-se uma bailaria tão fascinante quanto Ismahan. Na verdade ela vai para o Egito atrás do namorado, mas chegando lá, vê que a família dele já estava arrumando um noivado para ele, entre brigas e desentendimentos ela acaba encontrando uma dançarina famosa que teve que se aposentar por causa de um escândalo. Filme lindo, leve, sensível.


Continua...

7 comentários:

  1. Amei todas as indicações! Estou ansiosa para começar a assisti-las. Será que esses filmes estão disponíveis na internet? Suponho que apenas uma minoria esteja no netflix.

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    1. netflix, vimeo, youtube, apenas um tive que comprar pois não encontrei em lugar algum

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  2. Cairo 678

    Unfolds the poignant story of three women and their search for justice from the daily plight of sexual harassment in Egypt.

    Lançado no Brasil em 2 de março de 2012.

    http://www.imdb.com/title/tt1764141/

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  3. Sou professora universitária e pesquisadora de estudos de gênero e feminismos, e estava fazendo uma pesquisa sobre filmes feministas ou sobre mulheres de outras culturas, quando me deparei com esse blog. Foi uma grande surpresa para mim saber que há um movimento feminista islâmico ativo no Brasil. Com certeza vou procurar estudar mais sobre o assunto. E adorei as indicações dos filmes, muitos deles nunca tinha ouvido falar! Muito obrigada por compartilhar! :)

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