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domingo, 18 de setembro de 2016

Soraya Tarzi, Muçulmana & Feminista

Ela foi rainha do Afeganistão e uma das mais poderosas ativistas muçulmanas de seu tempo. Nascida em Damasco, ela foi conhecida por instigar melhorias sociais, econômicas e educacionais, que trouxeram avanços para a vida de suas compatriotas. Ela sempre aparecia em público, ao lado de seu marido, sem usar véu.
Seu marido, o rei Amanullah Khan, não só fez campanhas publicas contra o véu e a poligamia, como também incentivou a educação das meninas, não apenas de Cabul, mas de toda zona rural.
Rainha Soraya incentivou as mulheres a terem uma educação e abriu a primeira escola para meninas em Cabul. Com a ajuda dela, 15 mulheres foram enviadas para a Turquia para continuarem a educação superior em 1928. Ela também fundou a primeira revista para mulheres chamada Ershad-I-Niswan (Orientação para Mulheres). Em 1929, o Rei abdicou e foi para o exílio a fim de evitar uma guerra civil. Rainha Soraya viveu em Roma, Itália, onde morreu no dia 20 de abril de 1968.
"A (independência) pertence a todas nós, por isso devemos celebrá-la. Você acha, no entanto, que a nossa nação precisa apenas dos homens para servi-la? As mulheres também precisam fazer sua parte, como sempre foi no início de nossa nação e no islã. Desses exemplos temos que aprender que todos devem contribuir para o desenvolvimento da nação, e isso só pode ser feito se todos tiverem acesso à educação. Devemos procurar o máximo de conhecimento possível, a fim de que possamos prestar os nossos serviços para a sociedade, assim como fizeram as mulheres desde o início do islã." Soraya Tarzi


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