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domingo, 29 de janeiro de 2017

O Que Há Por Trás Do "Dia Mundial Do Hijab"

Um Dia Mundial do Hijab? Por que não existe um dia para as meninas que não quiseram se cobrir e foram mortas por isso? Por que não existe um dia para as meninas muçulmanas que foram mortas por seus pais e/ou irmãos por se recusarem a usar o hijab?

Para milhões de mulheres e meninas que foram forçadas a usar o véu, tal tributo é horrível.

E o dia da Amina e da Sarah Said? assassinadas no Texas (onde elas viviam); mortas a tiros por seu devoto pai muçulmano por saíram com meninos não muçulmanos e se recusarem a um casamento arranjado.
E o dia de Aqsa Parvez? assassinada pela "honra"; estrangulada até a morte por seu pai e irmão porque ela não queria usar o hijab.
E um dia para Jessica Mokdad? Estilo de execução: assassinada pela "desonra" em Michigan.
E o dia de Noor Almaleki? Atropelada várias vezes por seu pai por "ser muito americana."
E o de Aasiya Z. Hassan? Decapitada por seu marido "moderado" em Buffalo, NY.
E o dia das meninas Shafia (Zainab, 19, Sahar, 17,  Geeti, 13, e Rona Amir Mohammad): assassinadas por seu pai que disse: "Eu faria isso de novo 100 vezes." "Que o diabo esteja em suas sepulturas".

Onde está o dia delas?


Noor Almaleki



Sahar Shafia

Amina e Sarah Said





Aqsa Parvez





Safias

Jessica Mokdad (à esquerda)

Amira Osman Hamed, ameaçada por não usar o véu



>>Aqui no Brasil<<, uma mulher muçulmana comparando mulheres
que andam com roupas curtas com "carniça em açougue"

MUITAS MULHERES EM PAÍSES OCIDENTAIS ESTÃO SOFRENDO PRECONCEITOS E ASSÉDIO POR PARTE DE IMIGRANTES DE PAÍSES DE MAIORIA MUÇULMANA. ELES ACHAM QUE A MULHER QUE NÃO ANDA COBERTA NÃO TEM VALOR, E QUE AS MULHERES OCIDENTAIS SÃO COMO PROSTITUAS. ESTÃO TENTANDO IMPOR SUAS PRÓPRIAS REGRAS, COMO A SEGREGAÇÃO, EM PAÍSES DO OCIDENTE, E ESTÃO QUERENDO VIVER SUAS PRÓPRIAS LEIS, NÃO AS LEIS DOS PAÍSES QUE OS ACOLHERAM. 




Em um sermão do Ramadã, em uma mesquita em Sydney, Sheik al- Hilali sugeriu que um grupo de homens muçulmanos, recentemente presos por muitos anos por formarem uma gangue de estupradores, são inocentes. Dirigindo-se a 500 adoradores sobre o tema do adultério, Sheik al-Hilali acrescentou: "se você pegar uma carne descoberta e colocá-la do lado de fora, na rua, no jardim, no parque, ou no quintal e os gatos a comerem, de quem é a culpa? dos gatos ou da carne descoberta? A carne descoberta é o problema." E continuou: " Se ela estivesse velada e em SUA CASA nenhum problema teria ocorrido."

Mulheres chechenas são atacadas com armas de paintball por não se vestirem "modestamente". Segundo a Human Rights Watch, o líder da Chechênia, Ramzan Kadyrov, lançou a "Campanha da Virtude", que inclui castigar mulheres que não estiverem vestidas apropriadamente.


Sobre o World Hijab Day, o que apareceu na mídia

"Grupos islâmicos empurram o Dia Mundial do Hijab para minar a oposição ocidental", Dra. Susan Berr, Breitbart, 2 de fevereiro de 2016:

"Algumas mulheres não muçulmanas, nos Estados Unidos e em outros países, voluntariamente usaram o "hijab" na segunda-feira para demonstrar "solidariedade" às mulheres muçulmanas."

"O Dia Mundial do Hijab é parte de um grande esforço apoiado pela conservadora (MSA) Associação de Estudantes Muçulmanos, para promover a empatia em relação aos muçulmanos e ao islamismo na América."

"As pessoas vêem um véu, o 'hijab', mas não entendem por que nós o usamos", disse Doha Medani, uma estudante do segundo ano da Universidade Estadual da Carolina do Norte NCSU). "Meu 'hijab' é como eu me represento ao mundo: como uma muçulmana, em primeiro lugar", disse Medani, no The Technician, o jornal da escola.

"A primeira coisa que as pessoas vêem ... é o meu 'hijab'. Ele deixa claro para o mundo, ou para quem quer que seja, que eu sou muçulmana ... ele diz às pessoas muito sobre quem você é ", acrescentou. hummm

A campanha, entretanto, está estimulando protestos dos americanos. Por exemplo, duas mulheres muçulmanas escreveram em uma edição de dezembro do Washington Post, afirmando que a campanha do "hijab" pretende esconder a agenda política sexista do islamismo, e exortou os americanos a se oporem à opressão ideológica do islamismo contra as mulheres.
"Jornalistas e meios de comunicação devem parar de cometer o erro de definir o 'hijab' como 'véu', promovendo uma campanha de propaganda sexista para igualar os dois."
Em nome da 'inter-fé', americanos bem-intencionados estão sendo enganados pela agenda de muçulmanos que argumentam que a honra de uma mulher reside em sua 'castidade'. Eles estão empurrando uma plataforma para colocar um lenço em cada mulher", acrescentaram as muçulmanas. "Por favor, façam isso como alternativa: Não usem um lenço em 'solidariedade' à ideologia que mais nos silencia, equiparando nossos corpos com 'honra'. Juntem-se a nós contra a ideologia do islamismo que exige cobrir nossos cabelos", escreveu Asra Q. Nomani e Hala Arafa.
"O "hijab" pode ser apertado ou solto, é um véu que se usa na cabeça deixando o rosto descoberto. Ele é uma versão menos restritiva da burca que as mulheres afegãs são obrigadas a usar, ou do niqab que é imposto às mulheres sauditas, incluindo jornalistas sauditas." 

"Os defensores da campanha do dia do "hijab" minimizam seus objetivos políticos e, em vez disso, retratam sua campanha como um evento de "solidariedade" feminina."

"É como um 'ande um dia em seus sapatos', para que as mulheres usem o 'hijab' e vejam o que acontece, como as coisas ao seu redor mudam quando são vistas como uma mulher muçulmana - para entrar nisso e obter essa perspectiva," Disse Hoda Abrahim. "Então, você pode se simpatizar com as muçulmanas de alguma maneira, ou apenas entender melhor."

O Dia Mundial do "Hijab" foi anunciado como: "um convite aberto a muçulmanos e não muçulmanos para usarem o 'hijab' por um dia". Os anúncios para o evento foram claramente destinados a atacar negativamente às propostas que querem limitar a imigração dos muçulmanos, devido a preocupações com o terrorismo dos jihadistas islâmicos.

Leia o artigo: "Antes de julgar o Cubra-se Por Um Dia". "Coberta por escolha, não pela força", outro leitura para combater a disseminação da visão generalizada de que o islamismo oprime as mulheres. Ainda outro apresentou uma mulher em um hijab com a mensagem, dizendo "Linda, confiante, emponderada."

A Penn State Berks MSA (Associação dos Estudantes Muçulmanos) hospedou em seu site o "O Dia Mundial do Hijab" e informou que "será dado um lenço para as mulheres participantes, um tutorial ensinando como usar o hijab, e um almoço grátis para todos que participarem." Os participantes foram convidados a usarem o hijab por um dia inteiro e enviar suas histórias sobre suas experiências para o presidente da escola MSA, relatórios da Penn State News diziam que um prêmio seria concedido à mulher que apresentasse a melhor "engajada submissão".

No Texas A & M, a bióloga junior Salam Yamak disse ao Batalhão: "Sempre que você se senta e conversa com alguém para mostrar que sua religião é tudo sobre ser casual assim", falando sobre o dia do hijab. "Isso cria um ambiente melhor e assim podemos mostrar a verdadeira natureza do Islã".

"Onde existe a islamofobia, ou qualquer outro grupo que seja visto como diferente, isso acontece porque as pessoas não têm conhecimento suficiente ou experiências suficientes com os muçulmanos", acrescentou Yamak.

Da mesma forma, uma engenharia química de alto nível, Danielle Gore, disse que a "islamofobia" deve ser combatida através do diálogo que mostra como o Islã é uma religião pacífica.

"O feriado acontece, especialmente, para as pessoas que só viram retratos negativos do Islã nos meios de comunicação, assim, podemos criar um diálogo, fazer perguntas e humanizar um grupo de pessoas que foram desumanizadas", disse ela. "Mesmo que existam alguns loucos que gritam coisas quando estamos andando pelo campus, nós definitivamente vimos a bondade sair de nossos companheiros, mostrando-nos apoio, apesar da retórica que foi criada".

Nomani e Arafa discutiram em seu anti-hijab-day op-ed, que o evento esconde um objetivo político.

"Grupos de interesses especiais muçulmanos estão se aproveitando de artigos sobre muçulmanas em hijab que estão sofrendo assédio ou maus tratos. Membros da equipe do Conselho sobre Relações Americanas-Islâmicas [CAIR], tem pressionado queixas contra empresas americanas que têm barrado suas empregadas de usarem hijabs no trabalho, incluindo a Disney World e a Abercrombie & Fitch, eles estão chamando tal organização de "fundo legal de defesa do hijab", disseram.

Um juiz federal concluiu em 2009 que "o governo produziu ampla evidência para estabelecer ligações da CAIR ... com o Hamas", o grupo de jihad baseado em Gaza que dispara foguetes em cidades e comunidades israelenses. Desde então, os líderes do FBI reduziram drasticamente qualquer ligação com o grupo, que também foi declarado uma organização terrorista pelos Emirados Árabes Unidos.


"O extremismo islâmico está em ascensão nos colégios e universitárias dos Estados Unidos. A disseminação do islamismo nos campus tem se mostrado um instrumento eficaz para angariar apoio e ganhar legitimidade, explorando o direito à livre associação com as instituições acadêmicas. Grupos internacionais e domésticos que defendem causas extremistas freqüentemente organizam palestras e outros eventos nos campus para reforçar o apoio e recrutar membros. Na verdade, as universidades são um campo fértil para os extremistas que estão à procura da próxima geração de ativistas e simpatizantes."


"A Associação de Estudantes Muçulmanos (MSA) dos Estados Unidos e do Canadá,foi fundada em janeiro de 1963, quando membros da Irmandade Muçulmana se reuniram, na Universidade Urbana-Champaign de Illinois, com o objetivo de "difundir o islã entre os estudantes na América do Norte. " informou o IPT (Projeto de Investigação Sobre Terrorismo)


O Dia Mundial do Hijab foi lançado em 2013 por Nazma Khan, uma residente de Nova York e proprietária de uma empresa de lenços, que esperava mudar a imagem do hijab como um sinal de opressão das mulheres do islã. O dia foi especialmente marcado em colégios e universidades.



Entre os "endossantes" do Dia Mundial do Hijab está Felixia Yeap, ex-coelhinha da Playboy e ex-modelo Playboy, que escreve em apoio: "Eu apoio o Dia Mundial do Hijab porque eu tenho escutado tantas histórias de hijabis que são intimidadas e ridicularizadas apenas porque usam um hijab. Eu fui e ainda estou sendo ridicularizada e insultada apenas porque eu escolhi ser uma "hijabster" em tempo integral, apesar de ainda não ter me revertido. Obrigada por criarem esse dia!


"Reverter" é o termo islâmico para "converter", e ilustra a afirmação islâmica ortodoxa de que todo mundo nasce muçulmano, mas muitos são levados para longe do estilo de vida islâmico, ou "deen", por seus pais e sociedades não islâmicas.


Por Pamela Geller, com alguns acréscimos 

Tradução Pollyanna Meira 



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