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terça-feira, 25 de julho de 2017

Porquê o Veganismo é o Melhor Caminho para Todo Muçulmano

"Toda a sua vida você tem bebido e comido o sangue e a carne de animais sem perceber o que você tem feito. Você ama a carne e goza do assassinato. Se você tivesse alguma consciência ou qualquer senso de justiça, se você nascesse como um verdadeiro ser humano, você pensaria sobre isso. Deus está olhando para mim e para você. Amanhã Sua verdade e justiça investigarão isso. Você precisa entender." M. R. Bawa Muhaiyadeen, Venha ao Jardim Secreto: Contos Sufi da Sabedoria (Philadelphia: Fellowship Press, 1985) 26.
Não somos tão diferentes dos animais (Evoluímos deles.Temos um ancestral em comum com os macacos) eles também sentem dor, medo, solidão (sonham), comunicam-se, vivem em comunidades, e sob hierarquia ... 

OS ANIMAIS NÃO QUEREM SER EXPLORADOS, COMIDOS, MALTRATADOS E VIVER CONTIDOS PARA SATISFAZER O SEU (PALADAR), PORQUE REALMENTE NÃO EXISTE UMA (NECESSIDADE).

"Não existem seres alguns que andem sobre a terra, nem aves que voem, que não constituam nações semelhantes a vós. Nada omitimos no Livro; então, serão congregados ante seu Senhor."  6:38

Os animais também têm consciência de Deus

"Não reparas, acaso, em que tudo quanto há nos céus e na terra glorifica a Deus, inclusive os pássaros, ao estenderem as suas asas? Cada um está ciente do seu (modo de) orar e louvar. E Deus é Sabedor de tudo quanto fazem." 24:41

A 1500 anos atrás, quando o Profeta viveu (no deserto), não existiam supermercados, era impossível ter uma grande variedade de alimentos como temos hoje, e as pessoas não podiam escolher como nós. Elas geralmente cultivavam tâmaras, oliveiras, criavam (em pequena escala) animais de pequeno porte, ou mesmo bois e vacas. No deserto, a criação de animais, para o consumo, era uma (necessidade). Eles não criavam puramente pela vontade de comer, prazer ou gula, consumiam para sobreviver. 

O Profeta e seus companheiros, foram ensinados por Deus que, mesmo esses animais criados em pequena escala, para sobrevivência, e não para gula, deveriam ser mortos com o mínimo de dor possível, e não deveriam ser maltratados. O animal sofria (pouco) e a natureza estava em equilíbrio. 

Existem muitos ahadith (para quem gosta dos ditos dos estudiosos) que demonstram que o Profeta era bom para os animais:

"Se alguém matar um pardal por esporte, o pardal clamará isso no dia do juízo," Senhor! Essa pessoa me matou em vão! Ele não me matou para qualquer propósito útil." Sunnan An Nasai

O Profeta, que a misericórdia e as bençãos de Deus estejam sobre ele, disse: "Quem matar um pardal, ou qualquer coisa maior que isso, sem causa, Deus o responsabilizará no dia do julgamento. Por Deus, o que é uma causa justa? Ele respondeu: Que só será permitido matar para comer, não apenas para cortar a cabeça, e depois jogá-la fora." Ibid

"O Profeta Muhammad continuamente recomendou às pessoas que demonstrassem bondade. Ele proibiu a prática de cortar caudas e jubas de cavalos, marcar animais, e manter os cavalos selados desnecessariamente. Se o Profeta via qualquer animal sobrecarregado, ou mal alimentado, ele falava suavemente ao proprietário: "Tema a Deus em seu tratamento com os animais". Saheeh Muslim e Abu Dawood

Hoje, isso não ocorre, existem vários estudos que demonstram como a agropecuária é um negócio sujo, que mata (pessoas também), devasta matas nativas, e os animais vivem vidas miseráveis; não só os adultos, mas os animais jovens e bebês também. 

A agropecuária, por conta do avanço populacional, está a cada dia ocupando mais e mais terras, até as terras indígenas estão sendo engolidas pela ganancia deles. Tudo em nosso plantes está entrando em colapso; a terra, as águas, nosso corpos que absorvem medicamentos, os mares, tudo.

"Ó humanos, desfrutai de tudo que está na terra que é halal legal e tayyib bom ..." 2:168

"Ó fiéis, não malverseis o bem que Deus permitiu e não transgridais, porque Ele não estima os transgressores." 5:87

"... comei e bebei da graça de Deus, e não cismeis na terra, causando corrupção." 2:60

"Ele foi Quem vos criou pomares, com plantas trepadeiras ou não, assim como as tamareiras, as sementeiras, com frutos de vários sabores, as oliveiras e as romãzeiras, semelhantes (em espécie) e diferentes (em variedade). Comei de seus frutos quando frutificarem, e pagai seu tributo, no dia da colheita, e não vos excedais, porque Deus não ama os perdulários." 6:141

"Desfrutai de todo o lícito com que vos agraciamos, mas não transgrida, porque a Minha abominação recairá sobre vós; aquele sobre quem recair a Minha abominação, estará verdadeiramente perdido." 20:81



Veja o que Mohamed Ghilan diz em The Halal Bubble and the Sunnah Imperative to Go Vegan,  diz sobre o abate "halal":
Precisamos primeiro reconhecer o simples fato de que o que faz um produto "halal", é apenas dizer que ele é derivado de um animal permitido para o abate e para o consumo, e que foi abatido de acordo com decisões islâmicas. Mas, o abate halal não considera tecnicamente como o animal foi criado e tratado durante a vida. Alguns podem romantizar que a carne halal implica em um tratamento humano aos animais, de modo que eles só seriam abatidos quando estiverem prontos e que, recitando o nome de Deus, os acalma antes de serem sacrificados. Para esses indivíduos, a realidade está fora da ordem. Essa noção romântica da Disney, com animais em fazendas felizes, que se acalmam ao ouvir o nome de Deus, é ótima para os vídeos encenados do YouTube que são compartilhados com amigos e colegas não muçulmanos no escritório. Mas, quando o grande número de animais que se criam por causa da nossa gula é considerado, torna-se bastante evidente que não existe tal tratamento humanizado, nem animais felizes ou uma recitação do nome de Deus que os acalma antes do abate. Em vez disso, há uma monstruosidade industrial, que tem como objetivo sustentar o consumo das massas. Os animais são abusados, e o equilíbrio divino na natureza não só é transgredido, mas também pisoteado.
e mais
Para satisfazer a demanda por 10 bilhões de frangos por ano nos Estados Unidos, a agricultura industrial usa manipulação genética, antibióticos e hormônios de crescimento para produzir pássaros cada vez maiores. Este é apenas um simples cálculo da economia. Quanto mais rápido você puder cultivar os pássaros, mais rápido terá lucro, e quanto maior o pássaro, maior será o lucro. Quanto às galinhas, este processo leva a esqueletos fracos, bem como falhas cardíacas, hepáticas e renais, porque estas estruturas vitais não conseguem acompanhar as rápidas taxas de crescimento que essas aves são obrigadas a sustentar. Muitos acabam colapsando sob seu próprio peso. Além disso, elas são mantidas em galpões semi-escuros, em gaiolas lotadas, incapazes de mover ou abrir suas asas. Dado quão estressante este ambiente é para os pássaros, eles acabam arrancando suas próprias penas usando seus bicos. Para evitar isso, seus bicos são cortados usando uma lâmina quente e sem anestesia em um processo eufemisticamente chamado de "corte de bico", para não ofender pessoas sensíveis. Depois de dois anos dessa existência miserável, as galinhas são eventualmente abatidas de forma bastante cruel, que envolve a captura de seis mil galinhas por hora, resultando em ossos quebrados, colocando-as em caixotes para serem transportadas para o matadouro, onde serão penduradas em grilhões antes de suas gargantas serem fendidas, então, são mergulhadas em água fervente para a remoção das plumas enquanto muitas ainda estão conscientes.
Não só a carne dos animais, tudo, desde o leite aos ovos, tudo, envolve muito sofrimento e humilhação. Você pode ler o texto completo, aviso que é muito triste, no link acima.

 "Em verdade", o Alcorão afirma: "criamos o homem no melhor molde" (95: 4). A humanidade é descrita no Alcorão como "governante" (khalifah) de Deus na terra (2:30 6: 165, 35:39), a qual foi confiada à administração da manutenção do equilíbrio e da ordem da criação.

Veja aqui um resumo que fiz de vários estudos sobre como a alimentação animal prejudica a todos nós, o meio ambiente, e é uma crueldade imensa aos animais. Não há tal coisa como abate/consumo de carne halal.


Al-Hafiz B.A. Masri, um dos principais estudiosos muçulmanos sobre a questão do bem-estar dos animais escreve:
"Se os animais foram submetidos a crueldades na sua reprodução, transporte, abate ou no seu bem-estar geral, a carne deles é considerada impura e ilegal para o consumo (Haram). É repugnante, carniça -algo como isso- (Al-Mujaththamah) Mesmo que estes animais tenham sido abatidos de maneira islâmica estrita, se lhes foram infligidas qualquer tipo de crueldade, sua carne ainda está proibida (Haram)".
O que o sheik Hamza Yusuf disse sobre a carne:
"A carne não é uma necessidade em shari'ah, nos velhos tempos a maioria dos muçulmanos tinha o costume de comer carne, só se fossem ricos; ou nas sextas-feiras, se fossem da classe média; e apenas nos Eids, se fossem pobres".
"Então, tradicionalmente os muçulmanos eram semi-vegetarianos. O Profeta era, quer dizer, tecnicamente, o Profeta (SAWS) estava nessa categoria. Ele não comia carne constantemente. A maioria de suas refeições não tinha carne. E a prova disso está claramente no Muwatta - quando Sayyidina Umar diz: "Cuidado com a carne, porque tem um vício como o vício do vinho". E a outro hadith no Muwatta chamado 'Bab al- Laham, o capítulo de laham, o capítulo da carne. Ambos são de Sayyidina Umar. Umar, durante sua khilafa, proibiu as pessoas de comerem carne por dois dias consecutivos. E o khalifa tem o direito de fazer isso. Ele não deixou as pessoas comerem carne todos os dias. Ele viu um homem comendo carne todos os dias, e disse: "Toda vez que você fica com fome você sai e compra carne? Certo? Em outras palavras, cada vez que seu nafs quer carne, você vai comprá-la?" Ele disse: "Sim, Amir al-Mumineen, ana qaram", que em árabe, 'qaram' significa 'Eu amo a carne'. Ele é um carnívoro, ele ama a carne. E Sayyidina Umar disse: "Seria melhor você enrolar seu barriga um pouco para que outras pessoas também possam comer".
E existem muitas fatwas aprovando o vegetarianismo. Veja aqui Fatwas on Vegetarianism

Vamos agora à Casa da Sabedoria ou ao Bayt Al-Hikma (através dos estudos Vegans In The Middle Ages | The History of Veganism Part Two por Emily), a era de ouro islâmica, que se acredita ter começado algum tempo entre 786 e 809, e que terminou com o saque de Bagdá em 1258, embora alguns estudiosos coloquem o seu fim entre os Séculos XV e XVI. (George Saliba (1994), A History of Arabic Astronomy: Planetary Theories During the Golden Age of Islam) A era de ouro do Islã foi um momento em que o mundo muçulmano experimentou florescimento científico, cultural e econômico, e a Casa da Sabedoria foi um importante centro intelectual durante esse período, trazendo uma grande parte da filosofia, e da cultura greco-romana, através da tradução de todos os textos gregos científicos e filosóficos que estavam disponíveis. (Rosenthal, Franz The Classical Heritage in Islam)



O próprio Alcorão, que é o livro sagrado do Islã, contém passagens que podem ser interpretadas como de acordo com ideais veganos, como dito nos versículos do início do texto 6:38 e 24:41

Há também vários versos que enfatizam o uso de frutas e vegetais para sustentar seres humanos e animais (6: 141, 16:67,  23:19) e clara evidência de que o sacrifício animal não é um meio para a absolvição ou a salvação:

"Sua carne e seu sangue não alcançam a Deus, mas sua devoção O atinge" 22:37.
"Sacrifício não significa que um animal inocente deva ser morto para saborearmos sua carne. Não há sacrifício nisso. Você não sacrificou nada, foi aquele pobre animal que perdeu a vida, ele se sacrificou, você não fez nada!. Pelo contrário, você está celebrando e apreciando sua carne. Onde está o sacrifício aí? Algumas pessoas argumentam que o  animal sendo nosso, nós o sacrificamos em nome de Deus. Totalmente falso. Você compra o animal antes do Eid, deixa ele em casa por alguns dias e depois o mata. Você não deu à luz a ele. Não há apego e, se não houve desapego, você não pode dizer que o sacrificou por Deus. Sacrifique algo que seja seu, sacrifique seu egoísmo, sacrifique sua ganância, sacrifique seu ego, e mais importante se sacrifique para defender o que é certo. Estas são as coisas que o senhor quer que você sacrifique, não um pobre animal. Mas, infelizmente, as pessoas distorceram todos os ensinamentos do Alcorão para vantagem própria. No final do dia, os empresários ganham dinheiro e são eles que glamorizam isso".
Existem também vários ahadith, que são coleções de relatos dos ensinamentos e ações de "Muhammad", enquanto o Alcorão teria sido transmitido a ele por Deus, que garantem o bem-estar dos animais. (Os ahadith são amplamente aceito scomo parte dos ensinamentos islâmicos. Embora as datas propostas de sua composição variem desde a vida de Muhammad até 200 anos após sua morte. Ulum al-Hadith by Ibn al-Salah)

Vou listar alguns dos ahadiths mais impressionantes:

"Você deve tratar os animais gentilmente." (Hadith Muslim, 4: 2593)

"Uma boa ação feita a um animal é tão meritória como uma boa ação feita a um ser humano, enquanto um ato de crueldade para com um animal é tão ruim quanto um ato de crueldade para com um ser humano". (Hadith Mishkat, livro 6, Capítulo 7, 8: 178)

"Não permita que seus estômagos se tornem cemitérios!"

"Todas as criaturas são como uma família (ayal) de Deus: e ele ama mais aqueles que são os mais benéficos para sua família".

"Aquele que tem pena (mesmo) de um pardal e poupa sua vida, Deus terá misericórdia dele no dia do julgamento".

Muitos seguidores do sufismo, que é o ramo mais místico dentro do islã, exaltavam as virtudes do vegetarianismo. Um poeta do século 15, Kabir Sahib, simultaneamente reverenciado por Sufis, iogos, hindus e sikhs, e pertencente a todos, por sua própria iniciativa, escreveu sobre sua objeção ética de comer animais:

"Ó muçulmanos, te vejo jejuando durante o dia,
Mas, para quebrar o seu jejum, você mata vacas à noite.
Em um extremo há devoção, mas no outro assassinato -
Como o Senhor pode estar satisfeito?
Meu amigo, reze e corte a garganta da raiva,
Abata os estragos da fúria cega,
Para aquele que, abate as cinco paixões;
Luxúria, raiva, ganância, apego e orgulho,
Certamente, este, verá o Senhor supremo cara a cara". (Kabir the Great Mystic by Isaac A. Ezekiel)

Kabir não foi o primeiro poeta a falar contra o consumo animal, no entanto, entre a poesia ética e não religiosa da época medieval, podemos destacar o poeta cego Abul'Ala Al-Ma'arri (973-1058). Originalmente da Síria, ele passou algum tempo em Bagdá durante a era de ouro islâmica, criticou ferozmente os ensinamentos de qualquer religião, chamando-os de "fábula inventada pelos antigos" (Reynold Alleyne Nicholson, 1962, A Literary History of the Arabs) e foi, em suas próprias palavras, um "livre pensador pessimista". Ele perdeu a visão da varíola aos quatro anos de idade (Islam: A Way of Life by Philip Khuri Hitti), e começou sua vida como poeta em torno dos 11 ou 12, muitas vezes escrevendo sarcasticamente contra o consumo de animais na poção mais vegana da idade média:

Você está doente na compreensão e na religião. 
Venha até mim, para que você possa ouvir novas verdades.
Não coma injustamente do que a água desistiu. [i.e. Peixe] 
Não deseje como alimento a carne de animais abatidos, 
Ou o branco (leite) das mães que pretendiam alimentar seus filhos, 
e não suas nobres senhoras. 
Não aflija os pássaros desavisados tomando seus ovos; 
A injustiça é o pior dos crimes.
E poupe o mel, que as abelhas recebem por suas indústrias de flores e plantas perfumadas; 
pois eles não o guardaram para que pertencessem a outros, 
nem o reuniu para dar em recompensa e presentes.
Lavo minhas mãos de tudo isso; 
e eu teria percebido o meu caminho antes que meus templos crescessem! [Ou seja, gostaria de descobrir isso antes que meu cabelo ficasse cinza ...] " 

(Studies in Islamic Poetry by R.A. Nicholson.)
"Uma alimentação compassiva leva a uma vida compassiva". Al-Ghassali (A.D. 1058–1111)
A mística sufí Hazrat Rabia Basra estava sempre cercada por animais quando meditava na floresta. Um dia, um discípulo se aproximou dela no bosque e os animais fugiram. Ele sentiu-se triste pelo fato, e procurou seus conselhos sobre o assunto. Ela perguntou o que ele tinha comido naquele dia. Quando ele revelou que tinha comido gordura animal, Rabia explicou que os animais escapam daqueles que comem sua carne. Os Sufis, no entanto, não defendem especificamente um modo de vida vegetariano. Cada indivíduo deve decidir se isso faz parte de sua vida espiritual ou não. (Vegetarianism in Islam - The Teaching of Rabbi Dr. Gabriel Cousens, parte do capítulo 19)

Quando a mente de um homem alcança um estado de plenitude na sabedoria, quando ele alcança um estado em que nem em pensamento ele é capaz de machucar outra vida, então, ele também não prejudicará nada no exterior. Dentro, ele não pretende qualquer dano ou dor para qualquer outra vida. Fora, ele não fará nada prejudicial ou terá coragem de comer uma vida. Este é um estado de sabedoria, clareza e luz de Deus. Isto é o sufismo. O homem é um animal tão perigoso, que só através da mudança de comportamento, que ele se torna um bom homem, um verdadeiro ser humano. Quando ele se transforma em um bom homem, ele não pensa em matar ou ganhar vitória sobre outra vida. Ele não quer, nem mesmo em pensamento, estressar, angustiar, assediar ou arruinar outras vidas. Se ele não mata nada dentro, então ele não mata nada fora. (Vegetarianism in Islam - The Teaching of Rabbi Dr. Gabriel Cousens, parte do capítulo 19)

Conclusão: A carne não é proibida no islã, mas o animal não pode sofrer no processo, a natureza não pode ser destruída para abrir campo para a criação de gado, ou espécies terem sua existência ameaçada para consumo em larga escala (isso inclui a espécie que será usada para alimentação como outras que também não serão, mas sofrerão pela devastação do meio). Deve haver a necessidade (fome e sobrevivência, onde não existe a possibilidade de se alcançar outros tipos de alimentos). Como alcançar isso é impossível nas produções em larga escala, a carne, o leite, os ovos, qualquer coisa que for tirada do animal através de sua exploração desumana, se torna proibida para o consumo humano. Essa é minha fatwa. Tia Polly


E as plantas?


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